ENCONTRE JÓIAS ESPÍRITUAIS: DESTAQUES DE SALMOS 45-51 DA SEMANA DE 20 a 26 DE JUNHO DE 2016

ENCONTRE JÓIAS ESPÍRITUAIS: DESTAQUES DE SALMOS 45-51 DA SEMANA DE 20 a 26 DE JUNHO DE 2016

Sal 45:4 Qual é a verdade mais importante que devemos defender? (w14 15/2 5 § 11) A maior verdade que deve ser defendida é a da soberania universal de Jeová. Satanás desafiou a legitimidade do governo de Jeová quando se rebelou contra Ele. Desde então, a soberania divina tem sido questionada por demônios e humanos. Chegou a hora para o Rei ungido de Jeová cavalgar a fim de estabelecer a verdade da soberania de Jeová de uma vez por todas.

Sal 48:12, 13 De acordo com esses versículos, que obrigação nós temos? (w15 15/7 9 § 13) Não importa há quanto tempo estejamos na verdade, devemos falar a outros sobre a organização de Jeová. A existência de um paraíso espiritual em meio a um mundo perverso, corrompido e sem amor é um milagre moderno. Queremos falar com entusiasmo para as ‘gerações futuras’ sobre como a organização de Jeová — ou “Sião” — é maravilhosa, e sobre a verdade a respeito do paraíso espiritual.

O que a leitura da semana me ensinou sobre Jeová?

USE UNS DOS ARGUMENTOS ABAIXO

O SALMO 45:1. Diz: “Um assunto bom” que faz o coração do salmista ‘palpitar’ se refere a um rei. Esse assunto fez o coração do salmista “ferver” de entusiasmo e sua língua se tornar “o estilo de um destro copista”. Que dizer de nós? As boas novas do Reino messiânico são “um assunto bom” que toca nosso coração. A mensagem do Reino se tornou especialmente ‘boa’ em 1914. Isto me ensina que desde então, essa mensagem não se refere mais a um Reino futuro, mas a um governo real que está em vigor no céu. Essas são as “boas novas do reino” que pregamos “em toda a terra habitada, em testemunho a todas as nações”.

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Jesus é o Mediador do novo pacto, e é à base do seu sacrifício que o novo pacto é validado. Isto me ensinou que quem são os ajuntados segundo a ordem no SALMO 50:5.São os discípulos de Jesus que estão no novo pacto em razão do sacrifício dele. Em gratidão a Jeová, por este incomparável sacrifício, esses discípulos devem sentir-se motivados a ser leais a ele.

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O SALMO 50:16,19. Diz: “Ao iníquo, Deus terá de dizer: ‘Que direito tens de enumerar os meus regulamentos, e para levares meu pacto na tua boca? Soltaste a tua boca para o que é mau, e manténs a tua língua ligada ao engano.’” Isto me ensina que se quisermos representar a “Jeová o Deus da verdade”, temos de ser coerentes quanto a falar a verdade. Quando alguém não fala a verdade, não pode ganhar o respeito de Deus ou de seu próximo. Tampouco pode representar a Deus como uma de Suas testemunhas.

Que pontos da leitura posso usar no ministério?

USE UNS DOS DESTAQUES ABAIXO

O SALMO 45:1. Diz: “Um assunto bom” que faz o coração do salmista ‘palpitar’ se refere a um rei. Será que nosso coração “palpita” por causa da mensagem do Reino? Pregamos as boas novas do Reino com zelo? Assim como o salmista, nossos “trabalhos se referem a um rei” — nosso Rei Jesus Cristo. Nós proclamamos que ele é o entronizado Rei celestial do Reino messiânico. Além disso, convidamos todas as pessoas — sejam elas governantes, sejam súditos — a se sujeitar ao reinado dele. E nossa língua se torna “o estilo de um destro copista” no sentido de que fazemos amplo uso da Palavra escrita de Deus em nossa pregação.

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UM Rei glorioso cavalga pela causa da verdade e da justiça para derrotar seus inimigos. Depois da vitória final sobre eles, esse rei se casa com uma bela noiva. Em todas as gerações seguintes, as pessoas se lembram dele e o louvam. Esse é o tema básico do SALMO 45.

Mas esse salmo é muito mais do que uma história empolgante com um final feliz. Os acontecimentos mencionados nele têm significado para nós. Eles afetam nossa vida hoje e o nosso futuro. Então, temos que analisar com atenção esse salmo.xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

SALMO 45:2. As Escrituras não dizem quase nada sobre a aparência física de Jesus. Como homem perfeito, ele com certeza era “bonito”. Mas sua extraordinária beleza era resultado de sua fidelidade a Jeová e de sua integridade inquebrantável. Além disso, quando pregava a mensagem do Reino, Jesus falava com “encanto”, usando palavras que cativavam seus ouvintes. E nós? Será que nos esforçamos para seguir o exemplo dele em nossa pregação e tentamos usar palavras que tocam o coração das pessoas?

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SALMO 45:6,7. Por causa do grande amor de Jesus pela justiça e de seu ódio por qualquer coisa que pudesse desonrar seu Pai, Jeová o ungiu como Rei do Reino messiânico. Jesus foi ungido “com óleo de exultação” mais do que seus “associados”, os reis de Judá da linhagem de Davi. Como assim? Primeiro Jesus foi ungido pelo próprio Jeová. Segundo, Jeová o ungiu como Rei e como Sumo Sacerdote. Terceiro Jesus não foi ungido com óleo, mas com espírito santo, e seu reinado não é terrestre, mas celestial.

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SALMO 45:6,7. Jeová entronizou seu Filho como seu Rei messiânico no céu em 1914. Visto que ‘o cetro de seu reinado é um cetro de retidão’, é garantido que haverá justiça e igualdade em seu governo. Sua autoridade é legítima, pois ‘Deus é o seu trono’. Em outras palavras, Jeová é a base de seu reinado. Além disso, o trono de Jesus durará “por tempo indefinido, para todo o sempre”. Você não sente orgulho de servir a Jeová sob o governo de um Rei tão poderoso, designado por Deus?

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SALMO 45:3. Jeová instrui seu Rei a ‘cingir sua espada’, autorizando assim Jesus a travar guerra contra todos que se opõem à soberania de Deus e a destruí-los, aplicando o julgamento Dele. Visto que Cristo é um Rei-Guerreiro invencível, a expressão “ó poderoso” é usada para se dirigir a ele. Ele cingiu sua espada em 1914 e derrotou Satanás e seus demônios, expulsando-os do céu e confinando-os a Terra.

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SALMO 45:3. Esse foi apenas o início da cavalgada vitoriosa do Rei. Ele ainda precisa “completar a sua vitória”. Os julgamentos de Jeová ainda precisam ser executados contra todos os elementos deste mundo, e a influência de Satanás e seus demônios precisa ser removida. O primeiro elemento a ser eliminado será a religião falsa. Em seguida, o Rei-Guerreiro voltará sua atenção para o sistema político de Satanás, reduzindo-o a nada. Cristo, que também é chamado de “o anjo do abismo”, completará então sua vitória por lançar Satanás e seus demônios num abismo.

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SALMO 45:5. Diz: Tuas flechas são agudas — debaixo de ti caem povos —No coração dos inimigos do rei. O Rei está montado num cavalo branco, o que representa uma guerra limpa e justa aos olhos de Jeová, conforme relatado em Apocalipse 19:11 e Apocalipse 6:2 além da espada, Jesus tem um arco. Lemos: “Eu vi, e eis um cavalo branco; e o que estava sentado nele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e ele saiu vencendo e para completar a sua vitória.” Tanto a espada como o arco representam os meios que Cristo usará para executar julgamento contra seus inimigos.

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O amor de Jesus à verdade jamais lhe permitiria ensinar de maneira rotineira, cansativa ou mecânica. Profecias inspiradas haviam sugerido que o Messias falaria com ‘encanto sobre os lábios’, usando “palavras de elegância”. SALMO 45:2; Gênesis 49:21. Jesus cumpriu essas profecias por manter a sua mensagem interessante e vívida, usando “palavras cativantes” ao ensinar as verdades que ele tanto amava. Sem dúvida, esse entusiasmo se expressava no seu rosto, e seus olhos brilhavam em vista do vivo interesse que tinha no assunto. Que prazer deve ter dado escutá-lo, e que modelo excelente para seguirmos quando falamos a outros sobre o que aprendemos!

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Depois de destruir o perverso sistema de Satanás na Terra, Cristo, ‘em seu esplendor’, ‘prosseguirá ao bom êxito [ou à vitória]’ conforme relata o SALMO 45:4. Ele completará sua vitória por lançar Satanás e seus demônios no abismo, mantendo-os aprisionados durante todo o Reinado Milenar. Uma vez que o Diabo e seus anjos estiverem nessa condição de inatividade semelhante à morte, os habitantes da Terra ficarão livres da influência satânica e conseguirão se sujeitar plenamente ao vitorioso e glorioso Rei.

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Predizendo como Jesus agirá contra Seus inimigos a partir de uma posição celestial enaltecida, o salmista cantou no SALMO45:4. “No teu esplendor prossegue ao bom êxito; cavalga na causa da verdade, e da humildade, e da justiça.” Além da verdade e da justiça, Jesus Cristo cavalgará pela causa da humildade no Armagedom.  Após seu Reinado Milenar quando o Rei messiânico tiver ‘reduzido a nada todo governo, toda autoridade e poder’. Ele mostrará humildade por entregar o reino ao seu Deus e Pai. Desenvolver humildade é essencial para a nossa sobrevivência. Além disso, assim como a humildade de Jesus Cristo beneficiou a ele e a outros, sermos humildes será benéfico de várias maneiras.

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SALMO 45:4. Diz: “No teu esplendor prossegue ao bom êxito; cavalga na causa da verdade, e da humildade, e da justiça.”Que dizer de nós? Seguiremos o modelo estabelecido pelo nosso Exemplo e mostraremos humildade? Como nos sairemos quando o Rei Jesus Cristo vier para executar julgamento no Armagedom? A causa pela qual ele cavalga determina que ele salvará apenas os humildes e justos. Desenvolver humildade, portanto, é essencial para a nossa sobrevivência.

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Um uso similar de “trono” aparece nas palavras dirigidas profeticamente a Jesus noSALMO 45:6. “Deus é teu trono por tempo indefinido, para todo o sempre.” Isto mostra que Jeová é a fonte, ou base, da autoridade régia de Jesus.

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Amar a Jeová também envolve odiar o que ele odeia. Veja, por exemplo, esta profecia referente ao Rei messiânico no SALMO 45:7.Que diz: “Amaste a justiça e odiaste a iniquidade. É por isso que Deus, o teu Deus, te ungiu com óleo de exultação mais do que a teus associados.” Os “associados” de Jesus eram os outros reis da linhagem do Rei Davi. Com respeito à sua unção, Jesus tem mais causa para exultação, ou grande alegria, do que todos eles. Por quê? Sua recompensa é muito maior do que a deles, seu reinado é infinitamente mais benéfico. Ele é recompensado porque seu amor pelo que é justo, ou certo, e seu ódio pelo que é iníquo, ou errado, o motivou a obedecer a Deus em todas as coisas.

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SALMO 45:13,14ª. — Quem é “a filha do rei” que “será levada ao rei”? É a filha do “Rei da eternidade”, Jeová Deus. (Revelação [Apocalipse] 15:3) Ela representa a glorificada congregação de 144 mil cristãos, que Jeová adota como filhos por ungi-los com espírito. (Romanos 8:16) Essa “filha” de Jeová, “preparada como noiva adornada para seu marido”, será levada ao noivo, o Rei messiânico. — Revelação 21:2.

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SALMO 45:14b,15. — A quem representam “as virgens”? Representam a “grande multidão” de verdadeiros adoradores que se juntam ao restante ungido e o apóiam. Visto que “saem da grande tribulação” com vida, estarão na Terra quando se realizar o casamento do Rei messiânico no céu. (Revelação 7:9, 13, 14) Naquela ocasião, estarão cheios de “alegria e júbilo”.

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SALMO 45:16. — De que forma virá a haver filhos em lugar dos antepassados do rei?Quando Jesus nasceu na Terra, ele teve antepassados terrestres. Esses se tornarão seus filhos quando ele os ressuscitar durante o Reinado Milenar. Alguns desses filhos estarão entre os designados como “príncipes em toda a terra”.

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SALMO 50:2. — Por que Jerusalém é chamada de “a perfeição da lindeza”? Não era por causa da aparência da cidade. Em vez disso, era porque Jeová a usou e deu-lhe esplendor, por fazer dela o local do seu templo e a sede dos seus reis ungidos.

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SALMO 50:16-19. Quem fala coisas enganosas e pratica a maldade não tem o direito de representar a Deus.

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SALMO 50:20. Em vez de ficarmos ansiosos para divulgar os defeitos dos outros, devemos desconsiderá-los. — Colossenses 3:13.

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SALMO 51:12. — Davi pede para ser sustentado pelo “espírito disposto” de quem? Isso não se refere à disposição de Deus de ajudar Davi nem ao espírito santo de Jeová, mas ao espírito do próprio Davi — sua inclinação mental. Ele pede que Deus lhe dê o desejo de fazer o que é certo.

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SALMO 51:1-4, 17. Cometer um pecado não necessariamente nos afasta de Jeová Deus. Se nos arrependermos, podemos confiar na sua misericórdia.

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SALMO 51:5, 7-10. Se pecarmos, podemos suplicar o perdão de Jeová por causa de nossa pecaminosidade herdada. Também devemos orar para que ele nos purifique, nos restabeleça, nos ajude a eliminar tendências pecaminosas do nosso coração e nos dê um espírito firme.

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SALMO 51:18. Os pecados de Davi ameaçaram o bem-estar de toda a nação. Por isso ele orou pela boa vontade de Deus com respeito a Sião. Quando cometemos um pecado sério, isso geralmente mancha o nome de Jeová e a reputação da congregação. Precisamos orar a Deus para que ele repare o dano que talvez tenhamos causado.

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SALMO 45:16. As ‘companheiras virgens’ da noiva celestial de Cristo terão ainda outro motivo para se alegrar quando virem os frutos desse casamento no novo mundo. O Rei-Noivo voltará sua atenção para a Terra e ressuscitará seus “antepassados” terrestres, que se tornarão seus “filhos” terrestres. (João 5:25-29; Heb. 11:35) Dentre esses ressuscitados, ele designará “príncipes em toda a terra”. Sem dúvida, Cristo também designará outros dentre os fiéis anciãos de hoje para tomar a dianteira no novo mundo. — Isa. 32:1.

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SALMO 45:1,17. Não há dúvida de que os acontecimentos registrados no Salmo 45 são de interesse para todos os cristãos. O restante ungido na Terra fica maravilhado com a perspectiva de em breve se unir no céu com seus irmãos e seu Noivo. As outras ovelhas se sentem motivadas a ser cada vez mais submissas ao seu glorioso Rei e são gratas pelo privilégio de estar associadas com os membros da classe da noiva que ainda estão na Terra. Depois de seu casamento, Cristo e seus associados do Reino derramarão bênçãos indescritíveis sobre os habitantes da Terra. Que estejamos entre aqueles que ‘elogiarão o Rei por tempo indefinido, para todo o sempre’!

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Podemos estar certos de que Jeová quer e pode nos ajudar quando somos afligidos por problemas. O SALMO 46:1. Diz: “Deus é para nós refúgio e força, uma ajuda encontrada prontamente durante aflições.” “Jeová Deus é fiel, e ele não deixará que sejais tentados além daquilo que podeis agüentar, mas, junto com a tentação, ele proverá também a saída, a fim de que a possamos agüentar.” Jeová pode manobrar as coisas para acabar com a adversidade, ou nos dar a força de que precisamos para suportá-la. De uma forma ou de outra, recebemos sua ajuda.

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No SALMO 46:9, a Bíblia diz que para haver verdadeira paz é preciso acabar com a guerra, não em apenas uma parte do planeta, mas em toda a Terra. Esse mesmo salmo também menciona especificamente a destruição das armas usadas nos tempos bíblicos — o arco e a lança. Se a humanidade há de ter paz algum dia, as muitas armas que temos hoje também devem ser destruídas.

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Com o término da guerra do Har-Magedon a terra usufruirá paz por mil anos. O SALMO46:8-10.  declara que “[Jeová] faz cessar as guerras até a extremidade da terra. Destroça o arco e retalha  a lança; as carroças ele queima no fogo”, teve cumprimento inicial quando Deus trouxe paz à terra de Israel por destroçar os instrumentos de guerra dos inimigos. Depois de Cristo derrotar no Har-Magedon os promotores de guerra, as extremidades deste globo terrestre usufruirão plena e satisfatória paz. Os favorecidos com a vida eterna serão aqueles que tiverem forjado “das suas espadas relhas de arado, e das suas lanças, podadeiras”, e que ‘não aprenderem mais a guerra’. “Porque a própria boca de Jeová dos exércitos falou isso.”

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As expressões do SALMO 48 também são significativas: “Nas . . . torres de habitação [de Sião], o próprio Deus ficou conhecido como altura protetora. Marchai ao redor de Sião e rodeai-a, contai suas torres. Fixai os vossos corações na sua escarpa. Inspecionai suas torres de habitação, a fim de que o passais narrar à geração futura.”Por meio do profeta Zacarias, Jeová chama a si mesmo de “muralha de fogo ao redor” de Jerusalém. Isto dá ao seu povo uma animadora garantia de que, embora muralhas de pedra possam ser derrubadas, o próprio Jeová é realmente a defesa dos seus servos.

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A antiga cidade de Jerusalém, como “mãe” das aldeias dependentes de Judá, é usada simbolicamente para representar a “Jerusalém celestial”, o Reino messiânico de Jeová por meio de Jesus Cristo, no qual os que buscam a justiça encontrarão refúgio no “dia de Jeová contra todas as nações” conforme expressado no SALMO 48:11-13. Babilônia, a Grande é representada na bíblia como uma prostituta e como uma cidade, possuindo filhas. Estas são organizações que surgiram da organização-mãe. Sendo dependentes dela, sofrerão a destruição junto com ela.

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SALMO 49:6-9. “Aqueles que confiam nos seus meios de subsistência e que se jactam da abundância das suas riquezas, nenhum deles pode de modo algum remir até mesmo um irmão, nem dar a Deus um resgate por ele, (e o preço de redenção da alma deles é tão precioso, que cessou por tempo indefinido,) que ele ainda assim viva para sempre e não veja a cova.” (Nenhum humano imperfeito pode prover os meios de livrar outro do pecado e da morte. Seu dinheiro não pode comprar a vida eterna, e sua alma deposta na morte, sendo de qualquer forma o salário que há de pagar, devido ao pecado, não tem valor para livrar ninguém.)

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“Expiação”, conforme usada na Bíblia contém a idéia básica de “cobertura” ou “troca”, e que aquilo que se dá em troca, ou que serve de “cobertura”, por alguma coisa tem de ser seu igual. Conforme expressa oSALMO 49:7,8. Assim, aquilo que compensa algo perdido, ou a que se perdeu o direito, tem de ser igual a esta outra coisa, cobrindo-a cabalmente como seu equivalente exato. Não pode haver excesso, nem falta. Nenhum humano imperfeito podia fornecer tal cobertura ou expiação para devolver a vida humana perfeita a alguém ou a todos os da humanidade. Para fazer expiação satisfatória por aquilo que Adão perdeu, teria de ser providenciada uma oferta pelo pecado com o valor exato de uma vida humana perfeita.

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Davi não procurou desculpar seu pecado, mas pediu no SALMO 51:1. “Mostra-me favor, ó Deus, segundo a tua benevolência. Segundo a abundância das tuas misericórdias, extingue as minhas transgressões.” Com a transgressão, Davi ultrapassara os limites da Lei de Deus. Havia esperança de ele se recuperar espiritualmente, porém, se Deus lhe mostrasse favor segundo a sua benevolência, ou amor leal. A abundância de anteriores misericórdias de Deus deram ao rei arrependido uma base para ter fé em que seu Criador extinguiria as suas transgressões. Ao cometermos algum pecado, para sermos perdoados podemos seguir o belo exemplo de Davi.

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Embora Davi não tentasse justificar-se, ele disse, porém no SALMO 51:5. “Eis que em erro fui dado à luz com dores de parto, e em pecado me concebeu minha mãe.” Davi fora dado à luz em erro, e sua mãe sofrera dores de parto por causa da pecaminosidade herdada. Suas palavras não significavam que relações maritais corretas, a concepção e o parto sejam pecaminosos, visto que foi Deus quem providenciara o casamento e o dar à luz; tampouco se referia Davi a algum pecado específico de sua mãe. Ele fora concebido em pecado porque seus pais eram pecadores como todos os humanos imperfeitos são.

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O SALMO 51:5. Diz: “Eis que em erro fui dado à luz com dores de parto, e em pecado me concebeu minha mãe.” Se tivermos cometido um pecado, poderemos citar em oração a Deus quaisquer circunstâncias atenuantes que tenham contribuído para a nossa transgressão. Mas não usemos a benignidade imerecida de Deus como desculpa para conduta desenfreada, nem usemos a pecaminosidade herdada como cortina de fumaça para fugir da responsabilidade pelo nosso pecado.

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Alguém talvez pareça ser uma boa pessoa, devotada a Deus, mas Deus sonda abaixo da superfície e vê o que essa pessoa é por dentro. Davi disse no SALMO 51:6. “Eis que [tu, Jeová,] te agradaste da própria veracidade no íntimo; e faze-me saber pura sabedoria no segredo do íntimo.” Davi era culpado de falsidade e sinuosidade ao manobrar a morte de Urias e tentar ocultar os fatos a respeito da gravidez de Bate-Seba.Se um de nós estiver sofrendo dores de consciência por causa duma transgressão, que tenha fé em que, se procurar com arrependimento o perdão de Deus, ele pode purificá-lo e limpá-lo à base do sacrifício resgatador de Jesus.

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O SALMO 51 indica que qualquer servo dedicado de Jeová que pecou gravemente, mas que está arrependido, pode com confiança pedir-Lhe que lhe mostre favor e o purifique dos seus pecados. Se alguns de nós somos um cristão que errou deste modo devemos procurar o perdão de Jeová em oração humildemente. Cristãos arrependidos podem confiantemente dirigir-se a Jeová em oração com tais pedidos, pois ele “perdoará amplamente”. Naturalmente, deve-se recorrer aos anciãos da congregação, para que possam dar a necessária ajuda espiritual.

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Davi orou também no SALMO 51:9. “Esconde a tua face dos meus pecados e extingue até mesmo todos os meus erros.” Não se podia esperar que Jeová encarasse o pecado com aprovação. Por isso, pediu-se-lhe que escondesse a face dos pecados de Davi. O rei rogou também que Deus extinguisse todos os seus erros, apagando toda a sua injustiça. Isto mostra que se Jeová apenas fizesse isso! Isto levantaria o ânimo de Davi, tiraria o peso da consciência perturbada e deixaria o agora arrependido rei saber que seu amoroso Deus lhe perdoara.

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O Rei Davi menciona no SALMO 51:13,‘ensinar aos transgressores os caminhos de Deus, de modo que possam retornar a ele’ sendo que tais pecadores, sem dúvida, eram co-israelitas. No passado Instruiu-se Timóteo a não contender ao lidar com cristãos nas congregações que servia, mas a ‘instruir com brandura os que não estivessem favoravelmente dispostos’, visto que Deus talvez lhes desse o ‘arrependimento, conduzindo a um conhecimento exato da verdade e eles voltassem ao seu próprio juízo, saindo do laço do Diabo’. Portanto, o convite ao arrependimento pode ser feito dentro da congregação do povo de Deus, bem como fora dela.

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Nenhum pecador pode corretamente abrir os lábios para louvar a Jeová a menos que Deus como que os abra misericordiosamente, para que fale as Suas verdades. Por isso, Davi cantou no SALMO 51:15. “Ó Jeová, que tu me abras estes lábios, para que a minha própria boca conte o teu louvor.” Com a consciência aliviada por causa do perdão de Deus, Davi sentir-se-ia impelido a ensinar aos transgressores os caminhos de Jeová, e poderia livremente exaltá-lo. Todos aqueles a quem se perdoaram os pecados assim como a Davi, deveriam apreciar a benignidade imerecida de Jeová para com eles, e deveriam aproveitar toda oportunidade para proclamar a verdade de Deus e ‘contar o Seu louvor’.

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Davi adquirira profunda perspicácia, que o induziu a dizer no SALMO 51:16. “Pois [tu, Jeová,] não te agradas de sacrifício — senão eu o daria; não tens prazer em holocausto.” O pacto da Lei exigia que se oferecessem sacrifícios de animais a Deus. Mas os pecados de adultério e assassinato, de Davi, puníveis com a morte, não podiam ser expiados por tais sacrifícios. De outro modo, ele não teria poupado despesas para oferecer sacrifícios de animais a Jeová. Isto mostra que sem um arrependimento de coração, os sacrifícios não têm valor. Portanto, seria errado pensar que poderíamos compensar a contínua transgressão por fazer algumas coisas boas.

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O SALMO 51:17. Diz: “Os sacrifícios a Deus são um espírito quebrantado; um coração quebrantado e esmagado não desprezarás, ó Deus.” Jeová nunca rejeitará ou repudiará um coração “quebrantado e esmagado” pelo fardo da culpa. Portanto, Jeová sabe que para nós é impossível sermos perfeitamente obedientes, não importa quanto tentemos. Ele nos assegura amorosamente que, se buscarmos sua misericórdia com o coração arrependido, ele nos concederá o perdão.

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Nosso Deus misericordioso sabe que não nos é possível ser perfeitamente obedientes, não importa quanto nosso coração talvez o queira ser. Ele nos assegura amorosamente que, quando procuramos de coração contrito a sua misericórdia paternal, ele nos concede o perdão. O salmista Davi disse no SALMO 51:17. “Os sacrifícios a Deus são um espírito quebrantado; um coração quebrantado e esmagado não desprezarás, ó Deus.” Jeová nunca rejeitará ou repelirá um coração quebrantado e esmagado pelo fardo da culpa. Quão belamente isso descreve a prontidão de Jeová em perdoar!

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O SALMO 51:17. Diz: “Os sacrifícios a Deus são um espírito quebrantado; um coração quebrantado e esmagado não desprezarás, ó Deus.” No entanto não podemos abusar da misericórdia de Deus, usando nossa natureza pecaminosa como desculpa para o pecado. Jeová não é governado por mero sentimentalismo. Sua misericórdia tem limites. Ele de modo algum perdoará os que em dureza de coração praticam deliberadamente pecados com intenção de prejudicar sem se arrepender. Por outro lado, quando nota um coração “quebrantado e esmagado”, ele está “pronto a perdoar”.

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