Quando Jerusalém foi destruída?

607

Por meio desse estudo iremos ver biblicamente a cronologia de 607 AEC o ano em que foi destruída Jerusalém, e vou comprovar por meio da Bíblia sua legitimidade.

Vamos analisar alguns pontos que nos ajudaram a chegar ao ano 607 AEC. Primeiro vamos ver quando a promessa de um descendente foi feita a Abraão, e Segundo quando os israelitas entraram em escravidão no Egito e Terceiro, o ano em foram libertos. Essas datas serão vitais para nossa analise cronológica. Vejamos:

 

“Então, disse a Abrão: Saibas, decerto, que peregrina será a tua semente em terra que não é sua; e servi-los-á e afligi-la-ão quatrocentos anos. Mas também eu julgarei a gente {ou nação,} à qual servirão, e depois sairão com grande fazenda. E tu irás a teus pais em paz; em boa velhice serás sepultado. E a quarta geração tornará para cá; porque a medida da injustiça dos amorreus não está ainda cheia” Gn 15:13-16.

 

Jeová falou a Abraão (antes de 1933 AEC), depois de prometer que a “semente” de Abraão herdaria a terra. E depois da aparição da “semente” que sofreria os 400 anos de tribulação. [1]

Não muito depois da declaração de Deus sobre os 400 anos de tribulação, quando Abraão tinha 86 anos (em 1932 AEC), sua escrava e concubina egípcia deu-lhe um filho, Ismael (Gên 16:15, 16). Mas, foi 14 anos mais tarde (1918 AEC) que a esposa livre de Abraão, Sara, deu-lhe um filho, Isaque, e Deus designou este filho como aquele por meio de quem viria a Semente prometido (Gên 21:2-5).[2]

 

Portanto, quando começaram os 400 anos de tribulação ?

 

A tradição judaica faz a contagem a partir do nascimento de Isaque. Mas a evidência real da tribulação só veio no dia em que Isaque foi desmamado. A evidência aponta para 1913 AEC, quando Isaque tinha cerca de 5 anos de idade, e Ismael, cerca de 19, como data do início da tribulação. Foi então que Ismael “perseguia o que era segundo o Espírito…” (Gál 4:29). Ismael, que era parcialmente egípcio, com ciúme e ódio, ele “zombava” de Isaque, o menino, o que era muito mais do que apenas uma altercação entre crianças (Gên 21:9). A tribulação do descendente de Abraão continuou durante a vida de Isaque. Embora Jeová abençoasse Isaque já como homem adulto, este, não obstante, foi perseguido pelos habitantes de Canaã e obrigado a se mudar de lugar em lugar, por causa das dificuldades que lhe causavam. (Gên 26:19-24, 27) Por fim, durante os anos posteriores da vida de Jacó, filho de Isaque, a predita “semente” passou a morar no Egito. Com o tempo, eles passaram a ficar em escravidão.

 

Conclusão:

 

  • Promessa feita a Abrão 1.933 AEC
  • Teve seu um filho com escrava egípcia em 1.932 AEC
  • 14 anos depois teve seu filho de quem viria a “Semente” 1.918 AEC
  • 5 anos após o nascimento de Isaque começo 400 anos de tribulação 1.913 AEC

 

 

E quando terminaram os 400 anos de tribulação?

 

Por meio de que evidência interna fixa a Bíblia a data do Êxodo de Israel do Egito?

O período de 400 anos de tribulação se estendeu assim de 1913 AEC até 1513 AEC. Foi também um período de graça, ou de tolerância divina, concedido aos cananeus, dos quais os amorreus eram uma das principais tribos. Até esta última data se completaria o erro deles; seria evidente que mereciam ser totalmente expulsos do país. Como passo preliminar desta expulsão, Deus voltaria sua atenção para o seu povo no Egito, libertando-o da servidão e encaminhando-o de volta à Terra da Promessa. — Gên 15:13-16.

 

O período de 430 anos.

 

Outra maneira de calcular é fornecida na declaração de Êxodo 12:40, 41: “E a morada dos filhos de Israel, que haviam morado no Egito, foi de quatrocentos e trinta anos. E sucedeu, ao fim dos quatrocentos e trinta anos, sim, sucedeu neste mesmo dia que todos os exércitos de Jeová saíram da terra do Egito.”

 

Sobre Êxodo 12:40, diz a respeito da expressão “que haviam morado”: “No hebr[aico], este verbo está no pl[ural]. O pronome relativo ’ashér, ‘que’, pode aplicar-se aos ‘filhos de Israel’, em vez de à ‘morada’.” A Septuaginta grega verte o versículo 40: “Mas a morada dos filhos de Israel [em] que eles haviam morado na terra do Egito e na terra de Canaã [era] de quatrocentos e trinta anos de duração.” O Pentateuco Samaritano reza: “. . . na terra de Canaã e na terra do Egito.” Todas estas versões indicam que o período de 430 anos abrangeu um tempo mais longo do que a morada dos israelitas no Egito.

O apóstolo Paulo mostra que este período de 430 anos (em Êx 12:40) começou na época da validação do pacto abraâmico e terminou com o Êxodo. Paulo diz: “Outrossim, digo o seguinte: Quanto ao pacto [abraâmico] anteriormente validado por Deus, a Lei, que veio à existência quatrocentos e trinta anos depois [no mesmo ano do Êxodo], não o invalida, de modo a abolir a promessa. . . . ao passo que Deus a deu bondosamente a Abraão por intermédio duma promessa.” — Gál 3:16-18.

 

Quanto tempo decorreu então desde a validação do pacto abraâmico até os israelitas se mudarem para o Egito? Em Gênesis 12:4, 5, verificamos que Abraão tinha 75 anos de idade quando saiu de Harã e cruzou o Eufrates em caminho para Canaã, ocasião em que entrou em vigor o pacto abraâmico, a promessa que lhe fora feita anteriormente em Ur dos Caldeus. Daí, à base das referências genealógicas em Gênesis 12:4; 21:5; 25:26, e da declaração de Jacó, em Gênesis 47:9, pode-se ver que se passaram 215 anos entre a validação do pacto abraâmico e a mudança de Jacó, com a família, para o Egito. Isto mostra que os israelitas realmente moraram 215 anos no Egito (1728-1513 AEC). Esta cifra se harmoniza com os outros dados cronológicos. [3]

 

‘Cerca de 450 anos.’

 

Depois há o discurso que Paulo proferiu perante uma assistência em Antioquia da Pisídia, registrado em Atos 13:17-20, no qual ele menciona um período de “cerca de quatrocentos e cinqüenta anos”. Sua palestra sobre a história israelita começa com o tempo em que Deus “escolheu os nossos antepassados”, quer dizer, desde o tempo em que Isaque realmente nasceu para ser o descendente (ou: semente) da promessa (1918 AEC). (O nascimento de Isaque definitivamente resolveu a questão, que estivera em dúvida por causa da esterilidade de Sara, quanto a quem Deus reconheceria como a semente.) Com este ponto de partida, Paulo passa então a recapitular os atos de Deus a favor da Sua nação escolhida, até o tempo em que Ele “deu-lhes juízes, até Samuel, o profeta”. O período de “cerca de quatrocentos e cinqüenta anos”, portanto, evidentemente se estendeu desde o nascimento de Isaque, em 1918 AEC, até o ano 1467 AEC, ou 46 anos depois do Êxodo em 1513 AEC (sendo que 40 anos foram passados na peregrinação no ermo, e 6 anos na conquista da terra de Canaã). (De 2:7; Núm 9:1; 13:1, 2, 6; Jos 14:6, 7, 10) Isto perfaz um total que claramente se enquadra na cifra redonda do apóstolo, de “cerca de quatrocentos e cinqüenta anos”. Ambas as referências cronológicas, portanto, apóiam o ano de 1513 AEC como o ano do Êxodo e se harmonizam também com a cronologia bíblica a respeito dos reis e dos juízes de Israel.

 

Desde o Êxodo até a construção do templo.

 

Mais duas declarações cronológicas se harmonizam com este ponto de vista e o apóiam. Salomão iniciou a construção do templo no quarto ano do seu reinado (1034 AEC), e em 1 Reis 6:1 se declara que isto foi “no quadringentésimo octogésimo ano” depois do Êxodo (1513 AEC). [4]

 

1 Reis 6: 1, temos o 4º ano do rei Salomão e a construção do templo. O rei Salomão reinou de 1037 a 998, ou seja, esse ano corresponde a 1034 AEC. O próximo rei que sucedeu o trono foi seu filho Roboão, que em 997 AEC assumiu o poder e o cisma entre Israel e Judá começaram (2 Reis 9:30,31). Aqui temos a chave para calcular com exatidão o fim ou despojo de Jerusalém para Babilônia. Se fizermos a soma de todos os reis de Judá, de Roboão a Zedequias, teremos ao todo 390 anos. Até mesmo Ezequiel, capítulo 4, fornece essa informação. Portanto, a lógica é a seguinte:

 

Ezequiel 4:5: “E eu é que tenho de dar-te os anos de seu erro no número de trezentos e noventa dias, e tens de levar o erro da casa de Israel”. Aplicando a regra do mesmo capítulo (Versículo 6), um dia por um ano, temos 390 anos!”

Portanto, partindo dessa narrativa, o reino de Judá teria 390 anos.

 

Então fica assim:

997 AEC – 390 Anos = 607 AEC

 

 

Conclusão:

 

 

  • Por meio de evidencias 400 anos terminaram em 1.513 AEC
  • 430 Anos começaram no pacto com Abraão e terminou no Egito.
  • Os israelitas ficaram 215 anos de escravidão no Egito. De 1728 á 1513 AEC.
  • 450 anos foi desde nascimento de Isaque até conquista da terra de Canaã. 1467 AEC
  • Os 46 anos desde a saída do Egito apóiam 1513 AEC.
  • Passarem 479 anos inteiro após a saída do Egito até construção do templo 1034 AEC
  • A partir de Roboão o reino de Judá teve 390 anos.
  • Chegamos ao ano de destruição de Jerusalém 607 AEC.

 

 

Muitos historiadores usam 587 AEC como anos de destruição de Jerusalém, até mesmo criticam as Testemunhas de Jeová por usar 607 AEC. Vamos analisar agora, ‘porque se interessar na data exata em que Jerusalém foi destruída’.

 

Primeiro, porque esse evento marcou um importante ponto de virada na história do povo de Deus. A data marcou o fim de um templo que havia sido o centro da adoração do Deus Todo-Poderoso por mais de 400 anos. “Ó Deus”, lamentou um salmista, “profanaram o teu santo Templo e deixaram Jerusalém em ruínas”. — Salmo 79:1, Bíblia na Linguagem de Hoje.

 

Segundo, porque saber o ano exato em que essa “grande catástrofe” começou e entender como a restauração da verdadeira adoração em Jerusalém cumpriu uma profecia exata da Bíblia vai fortalecer sua confiança na autenticidade da Palavra de Deus.

 

Anos antes da destruição, o profeta judeu Jeremias forneceu uma pista fundamental para se entender a cronologia bíblica relacionada a esse evento. Ele avisou “todos os habitantes de Jerusalém”, dizendo: “Toda esta terra virá a ser uma desolação e um espanto; estas nações servirão ao rei de Babilônia setenta anos.” (Jer 25:1,2,11 Versão Brasileira) Mais tarde, o profeta acrescentou: “Pois assim disse Jeová: ‘De acordo com o cumprimento de setenta anos em Babilônia, voltarei minha atenção para vós, e vou confirmar para convosco a minha boa palavra por trazer-vos de volta a este lugar.’” (Jer 29:10) Qual é o significado dos “setenta anos”? E como esse período nos ajuda a determinar a data da destruição de Jerusalém?

Em vez de dizer 70 anos “em Babilônia”, muitas traduções dizem “para Babilônia”. (VB) Por isso, alguns historiadores alegam que esse período de 70 anos se aplica ao Império Babilônico. Segundo a cronologia secular, os babilônios dominaram o território das antigas Judá e Jerusalém por uns 70 anos, de cerca de 609 AEC a 539 AEC, quando a capital de Babilônia foi capturada.

A Bíblia, porém, mostra que os 70 anos seriam um período de punição severa da parte de Deus — dirigida especificamente ao povo de Judá e de Jerusalém, que estavam num pacto para obedecer a ele. (Êx 19:3-6) Quando eles se recusaram a mudar seu proceder errado, Deus disse: “Enviarei . . . Nabucodonosor, rei de Babilônia, . . . contra esta terra, e contra os seus habitantes, e contra todas estas nações ao redor.” (Jer 25:4,5,8,9 VB) Apesar de as nações ao redor também sofrerem a ira de Babilônia, a destruição de Jerusalém e os 70 anos de exílio que se seguiriam foram chamados por Jeremias de “punição do meu povo”, pois Jerusalém tinha cometido “graves pecados”. — Lam 1:8; 3:42; 4:6 Nova Versão Internacional.

 

Portanto, segundo a Bíblia, os 70 anos eram um período de severa punição contra Judá, e Deus usou os babilônios como instrumento para infligir esse castigo. Mas Deus disse aos judeus: “Quando se completarem os setenta anos . . . cumprirei a minha promessa . . . de trazê-los de volta para este lugar” — Judá e Jerusalém. — Jer 29:10 NVI.

 

 

Quando começaram “os setenta anos”?

 

“[Ele] levou para o exílio, na Babilônia, os remanescentes, que escaparam da espada, para serem seus escravos e dos seus descendentes, até a época do domínio persa. A terra desfrutou os seus descansos sabáticos; descansou durante todo o tempo de sua desolação, até que os setenta anos se completaram, em cumprimento da palavra do SENHOR anunciada por Jeremias.” — 2 Cr 36:20,21 NVI.

 

Assim, os 70 anos seriam um período em que a terra de Judá e de Jerusalém teria “descansos sabáticos”. Isso significava que o solo não seria cultivado — não haveria semeadura nem poda de vinhedos. (Lev 25:1-5 NVI) Por causa da desobediência do povo de Deus, cujos pecados talvez incluíssem não cumprir todos os anos sabáticos, a punição era que sua terra seria abandonada e ficaria sem cultivo por 70 anos. — Lev 26:27,32-35,42,43.

 

No sétimo mês judaico daquele ano, tisri (setembro/outubro), se podia dizer que havia começado o descanso sabático daquela terra, agora desolada e não mais cultivada. Por meio de Jeremias, Deus disse aos judeus refugiados no Egito: “Vocês viram toda a desgraça que eu trouxe sobre Jerusalém e sobre todas as cidades de Judá. Hoje elas estão em ruínas e desabitadas.” (Jer 44:1,2, NVI) Portanto, tudo indica que esse acontecimento marcou o começo dos 70 anos. Em que ano foi isso? Para saber a resposta precisamos ver quando esse período terminou.

 

 

 

Quando terminaram “os setenta anos”?

 

 

O profeta Daniel, que viveu até o começo do “domínio persa” e estava em Babilônia quando isso aconteceu, calculou quando os 70 anos terminariam. Ele escreveu: “Eu, Daniel, compreendi pelas Escrituras, conforme a palavra do SENHOR dada ao profeta Jeremias, que a desolação de Jerusalém iria durar setenta anos.” — Dan 9:1,2, NVI.

 

Esdras meditou nas profecias de Jeremias e relacionou o fim dos “setenta anos” com o tempo em que “o SENHOR tocou no coração de Ciro, rei da Pérsia, para que fizesse uma proclamação”. (2 Cr 36:21,22, NVI) Quando é que os judeus foram libertados? O decreto que pôs fim ao seu exílio foi emitido no “primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia”. [5]

Assim, no outono de 537 AEC, os judeus já tinham voltado a Jerusalém para restaurar a adoração verdadeira. — Esdras 1:1-5; 2:1; 3:1-5.

 

Portanto, segundo a cronologia da Bíblia, os 70 anos foram um período literal que terminou em 537 AEC. Contando 70 anos para trás, o começo desse período seria em 607 AEC.

 

 

 

Conclusão:

 

  • Os historiadores geralmente dizem que Jerusalém foi destruída em 587 AEC.
  • A cronologia bíblica indica fortemente que a destruição ocorreu em 607 AEC.

 

 

Por que confiar na Bíblia?

 

Hoje, a maioria dos historiadores seculares acreditam que Jerusalém foi destruída em 587 AEC. No entanto, os escritores bíblicos Jeremias e Daniel dizem claramente que os judeus ficaram no exílio 70 anos, não 50. (Jer 25:1,2,11; 29:10; Dan 9:2) Essas declarações indicam fortemente que Jerusalém foi destruída em 607 AEC. Como as evidências citadas mostram, essa conclusão tem algum apoio secular.

 

A exatidão da Bíblia tem sido frequentemente questionada por eruditos seculares. Mas quando aparecem mais evidências, a veracidade do registro bíblico vez após vez é comprovada. Aqueles que confiam na Bíblia têm bons motivos para isso. Baseiam suas conclusões em evidências que provam que a Bíblia é exata em sentido histórico, científico e profético. Essas evidências os levam a acreditar na afirmação da Bíblia de ser a Palavra inspirada de Deus. (2 Tim 3:16) Que acha de pesquisar pessoalmente essas evidências? É bem possível que você chegue à mesma conclusão.

 

 

 

Fontes: Estudo Perspicaz das Escrituras; Toda Escritura e A Sentinela de 2011.

 

 

 

[1] Embora Abraão visitasse anteriormente o Egito durante uma época de fome em Canaã e tivesse algumas dificuldades com o Faraó ali, não tinha então filhos. (Gên 12:10-20).

 

[2] Todavia, ainda não chegara o tempo de Deus para dar a Abraão ou a seus descendentes a terra de Canaã, de modo que eles, como predito, eram ‘residentes forasteiros numa terra que não era sua’. (He 11:13)

 

[3] Calculo: 75 anos promessa; 100 anos nasceu Isaque. Isaque tinha 60 anos quando nasceu Jacó; Jacó disse que anos da peregrinação foram 130 anos.

75-100 = 25

60+130=190

25+190= 215 anos.

 

[4]  1513 – 1034 = 479 anos inteiros desde o Êxodo até o começo da construção do templo durante o reinado de Salomão. — 1Rs 6:1.

 

[5] A data de 539 AEC, quando o Rei Ciro II conquistou Babilônia, é calculada com base em:

▪ Fontes históricas e tabuinhas cuneiformes antigas:

Diodoro da Sicília (c. 80-20 AEC) escreveu que Ciro se tornou rei da Pérsia no “ano de abertura da Quinquagésima Quinta Olimpíada”. (Historical Library [Biblioteca Histórica], Livro IX, 21) Esse ano foi 560 AEC. O historiador grego Heródoto (c. 485-425 AEC) disse que Ciro foi morto depois de ter reinado por 29 anos, ou seja, no 30.° ano de seu reinado, em 530 AEC. (Histórias, Livro I, Clio) Tabuinhas cuneiformes mostram que Ciro governou Babilônia por nove anos antes de morrer. Assim, contando nove anos antes de sua morte, em 530 AEC, chegamos a 539 AEC, concluindo assim que foi nesse ano que Ciro conquistou Babilônia.

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