ENCONTRE JÓIAS ESPÍRITUAIS: DESTAQUES DE SALMOS 69-73 DA SEMANA DE 11-17 DE JULHO DE 2016

ENCONTRE JÓIAS ESPÍRITUAIS: DESTAQUES DE SALMOS 69-73

DA SEMANA DE 11-17 DE JULHO DE 2016

 

Sal 69:4, 21 — Como as profecias desses textos se aplicaram ao Messias? (w11 15/8 11 § 17; w11 15/8 15 § 15)

O Messias seria odiado sem causa. (SALMO 69:4) Segundo o apóstolo João, Jesus disse: “Se eu não tivesse feito entre [o povo] as obras que ninguém mais fez, não teriam pecado; mas agora eles têm visto e têm odiado tanto a mim como a meu Pai. Mas, é para que se cumpra a palavra escrita na Lei deles: ‘Odiaram-me sem causa.’” (João 15:24, 25) Geralmente, o termo “Lei” se refere ao inteiro conjunto das Escrituras. (João 10:34; 12:34) Os Evangelhos provam que Jesus foi odiado, em especial pelos líderes religiosos judaicos. Além disso, Cristo disse: “O mundo não tem razão para vos odiar, mas odeia a mim, porque dou testemunho dele de que as suas obras são iníquas.” 

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Vinagre e bebida amarga seriam dados ao Messias. “Por alimento me deram uma planta venenosa”, disse o salmista, “e para a minha sede tentaram fazer-me beber vinagre”.(SALMO 69:21) Mateus nos conta: “Deram [a Jesus] a beber vinho misturado com fel; mas ele, depois de prová-lo, recusou-se a beber.” Mais tarde, ‘um deles correu e, tomando uma esponja, ensopou-a em vinho acre e a pôs numa cana, dando-lhe de beber’. — Mat. 27:34, 48.

 

Sal 73:24 — Como Jeová conduz seus servos à glória? (w1315/2 25-26 §§ 3-4)

Ele leva seus servos humildes à glória por honrá-los de muitas maneiras. Jeová os abençoa dando-lhes um entendimento de sua vontade. (1 Cor. 2:7) Aos que acatam a sua palavra e o obedecem ele confere a honra de terem  uma estreita relação pessoal com ele. — Tia. 4:8.

Jeová também confia a seus servos o glorioso tesouro do ministério cristão. (2 Cor. 4:1, 7) E esse ministério leva à glória. Aos que usam seu privilégio de serviço para louvar a Jeová e beneficiar outros, ele promete: “Honrarei os que me honrarem.” (1 Sam. 2:30) Esses são honrados com um bom nome diante de Jeová e provavelmente gozam de boa reputação perante outros servos de Deus. — Pro. 11:16; 22:1.

O que a leitura da semana me ensinou sobre Jeová?

USE UNS DOS ARGUMENTOS ABAIXO

SALMO 73:21-24. Ficar ‘amargurado’ por causa do aparente bem-estar dos iníquos é comparável a reagir como os animais irracionais. Tal reação é impulsiva, baseada estritamente nas emoções. Em vez disso, devemos nos guiar pelos conselhos de Jeová, com total confiança de que ele ‘segurará a nossa mão direita’ e nos apoiará. Além disso, Jeová ‘nos levará à glória’, ou seja, a uma íntima relação com ele.

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Sob o governo do Salomão Maior, Jesus Cristo, ‘o justo florescerá’, isto é, prosperará conforme relata o SALMO 72:7. Cristo mostrará muito amor e terno cuidado, assim como fez quando esteve na Terra. No prometido novo mundo de Deus, até mesmo os “injustos” ressuscitados terão a amorosa oportunidade de se ajustar aos padrões de Jeová e viver para sempre. Naturalmente, os que não acatarem os requisitos divinos não terão permissão de continuar a viver e arruinar a paz e a tranqüilidade do novo mundo.

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Nós podemos ter certeza de que Jeová se importa com seus servos, com nossossofrimentos, porque no SALMO 69:20,33.Davi escreveu: “Jeová está escutando os pobres e deveras não desprezará os seus próprios prisioneiros.” Aplicando as palavras de Davi em sentido amplo, podemos ter certeza de que o Criador da humanidadeouve as orações de quem está, por assim dizer, aprisionado em seus sofrimentos. Mais do que isso, ele faz algo a respeito de suas dificuldades.

Que pontos da leitura posso usar no serviço de campo?

USE UNS DOS DESTAQUES ABAIXO

SALMO 69:4. Para mantermos a paz pode ser sábio às vezes “devolver” por pedir desculpas, mesmo que não achemos que estamos errados.

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SALMO 70:1-5. Quando suplicamos ajuda urgente, Jeová nos ouve. (1Tes.5:17; Tiago 1:13; 2Ped.2:9) Deus pode permitir que uma provação continue, mas ele nos dará sabedoria para lidarmos com a situação e forças para suportá-la. Ele não deixará que sejamos tentados além do que podemos agüentar. — 1Cor.10:13; Heb.10:36; Tia.1:5-8.

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SALMO 71:5, 17. Davi desenvolveu coragem e força por confiar em Jeová quando era jovem —mesmo antes de enfrentar o gigante filisteu, Golias. (1Sam.17:34-37) Os jovens fazem bem em contar com Jeová para tudo o que realizam.

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O último cântico da segunda coleção dos salmos, o SALMO 72, fala sobre o domínio de Salomão, prefigurando como serão as condições sob o reinado do Messias. Que bênçãos maravilhosas são descritas nesse cântico — paz abundante, o fim da opressão e da violência e fartura de alimento na Terra! Será que estaremos entre os que receberão essas e outras bênçãos do Reino?Poderemos estar se, como o salmista, nos agradarmos de esperar em Jeová, fazendo dele nosso refúgio e nossa força.

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‘As orações de Davi findam’ com estas palavras no SALMO 72:18-20 que diz: “Bendito seja Jeová Deus, o Deus de Israel, o único que faz obras maravilhosas. E bendito seja seu glorioso nome por tempo indefinido, e sua glória encha a terra inteira. Amém e amém.” Que nós, da mesma forma, enalteçamos a Jeová de pleno coração e louvemos seu glorioso nome.

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Alguns dizem que o grande sofrimento emocional a que Jesus Cristo foi submetido contribuiu para a sua morte. Sobre ele se profetizou no SALMO 69:20. “O próprio vitupério me quebrantou o coração, e a ferida é incurável.” Devem estas palavras ser entendidas literalmente? Talvez sim, pois as horas que precederam a morte de Jesus foram agonizantes — não só em sentido físico, mas também emocional.

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A respeito do Messias, foi predito que lhe seria ministrada, como alimento, uma “planta venenosa” conforme esta escrito no SALMO69:21. Isto ocorreu quando se ofereceu a Jesus Cristo, antes de ser pregado na estaca, vinho misturado com fel, mas, ao prová-lo, Jesus recusou tal bebida estupefaciente que, provavelmente, visava minorar seus sofrimentos. Ao registrar o cumprimento dessa profecia, Mateus (27:34) usou a palavra grega kho·lé (fel), o mesmo termo encontrado na Septuaginta grega no Salmo 69:21. No entanto, o relato do Evangelho de Marcos menciona a mirra (Mr 15:23), e isto tem suscitado o conceito de que, neste caso, a “planta venenosa” ou “fel” fosse a “mirra”. Outra possibilidade é que a bebida drogada talvez contivesse tanto fel como mirra.

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SALMO 69:23 — O que significa ‘fazer os quadris dos inimigos vacilar’? Os músculos na região do quadril são essenciais para realizar trabalho pesado, como levantar e carregar cargas pesadas. Quadris vacilantes indicam perda de poder. Davi orou para que seus inimigos perdessem o poder.

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Davi disse no SALMO 69:20. “O próprio vitupério me quebrantou o coração, e a ferida é incurável. E eu estava esperando que alguém se compadecesse de mim, mas não havia ninguém; e consoladores, mas não achei nenhum.” Davi não quis dizer que ele não tinha esperança nenhuma. Porque podemos observar o que ele disse no SALMO69:33; nota  “Jeová está escutando os pobres e deveras não desprezará os seus próprios prisioneiros”, ou “os seus que são prisioneiros”. Em termos gerais, nós às vezes podemos nos sentir como prisioneiros de nossas aflições. Pode parecer que outros não entendem o que passamos — e talvez não entendam mesmo. Mas como Davi, podemos ser consolados por saber que Jeová entende plenamente nossas aflições.

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SALMO 69:34. Relata que Os céus físicos também louvam seu Criador, do mesmo modo que um produto de belo aspecto dá louvor ao artífice que o produz. Na realidade, falam do poder, da sabedoria e da majestade de Jeová.

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Davi começa o SALMO 70:1 suplicando a Jeová. “Ó Deus, para livrar-me, ó Jeová, para vir em meu auxílio age deveras depressa.” Assim como Davi quando aflitos, podemos orar pedindo que Deus venha rapidamente em nosso auxílio. Jeová não nos tenta com coisas más, e ele “sabe livrar da provação os de devoção piedosa”.

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O que dizer se Jeová permite que uma provação se delongue, talvez para ensinar-nos algo? Neste caso de acordo com oSALMO 70:1, podemos orar pedindo-lhe sabedoria para enfrentar a provação. Quando pedimos com fé, ele nos concede sabedoria. Deus também nos dá a força necessária para suportar as provações. Por exemplo, ele ‘nos ampara no divã de enfermidade’.

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Podemos ser severamente provados porque os inimigos nos vituperam por causa da fé que temos. Caso isto nos aconteça, reflitamos nas palavras de Davi no SALMO 70:2,3 que diz: “Fiquem envergonhados e encabulados os que procuram a minha alma. Tornem atrás e sejam humilhados os que se agradam da minha calamidade. Retornem por causa da sua vergonha os que dizem: ‘Ah! Ah!’ ” Os inimigos de Davi queriam vê-lo morto; estavam ‘procurando a sua alma’, ou vida. Em vez de tentar retaliar, contudo, ele tinha fé que Deus os envergonharia. Davi orou pedindo que seus inimigos ficassem “envergonhados e encabulados” — embaraçados, perplexos, desconcertados, frustrados ao tentarem executar suas tramas iníquas. Isto serve de exemplo para nós fazermos o mesmo ao depararmos com a oposição.

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Embora os inimigos possam causar-nos problemas, louvemos sempre a Jeová junto com co-adoradores. Em vez de permitir-se ficar tão sobrepujado pela aflição a ponto de não magnificar a Deus, Davi disse no SALMO 70:4. “Exultem e alegrem-se em ti todos os que te procuram, e digam constantemente: ‘Magnificado seja Deus!’ — os que amam a tua salvação.” Os do povo de Jeová continuam a ser jubilosos porque ‘exultam e alegram-se’ nele. Como suas Testemunhas dedicadas e batizadas, eles têm a grande alegria que resulta dum íntimo relacionamento com ele. Todavia, podem ser considerados pessoas humildes que procuram a Deus. Sendo crentes, que guardam os mandamentos de Deus, eles continuamente procuram assimilar mais conhecimento dele e de sua Palavra.

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O SALMO 70:4 Diz: “Magnificado seja Deus!” À medida que as Testemunhas de Jeová proclamam as boas novas, elas na verdade dizem, constantemente: “Magnificado seja Deus!” Elas louvam a Jeová, mantendo-o em elevada estima. Ajudam alegremente os que buscam a verdade a aprender sobre Deus e também a glorificá-lo. Diferentes dos amantes mundanos do prazer, os do povo de Jeová ‘amam sua salvação’. Cientes de sua pecaminosidade inerente são profundamente gratos a Jeová pela provisão amorosa de salvação para a vida eterna, tornada possível por meio do sacrifício propiciatório de seu Filho querido, Jesus Cristo. Será que nós estamos magnificando a Deus e mostrando que ‘amamos nossa salvação’ por praticarmos a adoração verdadeira para o Seu louvor?

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O salmista Davi orou no SALMO 71:5,17. “Tu és a minha esperança, ó Soberano Senhor Jeová, minha confiança desde a minha mocidade. Ó Deus, tu me ensinaste desde a minha mocidade, e até agora estou contando as tuas obras maravilhosas.” Davi é conhecido pela sua coragem. Como jovem, mesmo já antes do seu famoso confronto com Golias, Davi havia mostrado extraordinária coragem em proteger os rebanhos de seu pai — matando tanto um leão como um urso. Todavia, Davi deu pleno crédito a Jeová pela bravura que teve, chamando-o de “minha confiança desde a minha mocidade”. A habilidade de Davi, de se estribar em Jeová, tornou-o apto a enfrentar qualquer provação. Isto me ensina que se eume estribar (apoiar) em Jeová, ele me dará a coragem e a força para mim ‘vencer o mundo’.

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Ter Jeová como amigo envolve mais do que apenas aprender suas normas. Nós podemos passar a sentir o interesse dele em nossa vida. A Bíblia fala do Rei Davi noSALMO 71:5,17,18,20, que foi ensinado por Deus desde a juventude. Davi tornou-se amigo de Deus, e embora passasse por “muitas aflições”, ele realmente viu a mão de Deus operar em sua vida. Davi falou sobre as “obras maravilhosas” que Deus realizou em seu favor e sobre o “braço”, ou força, de Jeová, na sua vida. Com base nessas experiências pessoais, Davi escreveu “Tu és a minha esperança, ó Soberano Senhor Jeová, minha confiança desde a minha mocidade.” Nós também poderemos vir a ter essa mesma confiança ao sentir as bênçãos de Jeová em nossa vida. Enquanto nós nos esforçamos a seguir suas orientações — apesar das dificuldades —estaremos andando com Deus num relacionamento muito precioso.

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O inspirado escritor do SALMO 71:9 suplicou a Deus: “Não me rejeites na minha velhice; não me abandones quando se vão as minhas forças.” Esse salmo parece ser uma continuação do SALMO 70, que foi escrito por Davi. Então, provavelmente foi ele quem fez o pedido no SALMO 71:9. Davi serviu a Deus desde a juventude até a velhice, e Jeová o usou de modo extraordinário. Ainda assim, Davi sentiu a necessidade de pedir a Jeová que continuasse a lhe mostrar favor conforme relata o SALMO 71:17, 18. Muitos irmãos hoje são como Davi. Apesar da idade avançada e dos “dias calamitosos”, eles continuam a fazer seu melhor para servir a Deus.

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SALMO 71:9. Relata “Não me rejeites na minha velhice; não me abandones quando se vão as minhas forças.” Por causa de suas atuais limitações, boa parte dos irmãos idosos talvez não consiga mais fazer o mesmo que fazia nas atividades do dia a dia, incluindo o ministério. No entanto, eles também podem suplicar pelo cuidado e aprovação de Jeová. Esses fiéis idosos podem ter certeza de que Deus responde suas orações. Afinal, essas orações refletem as mesmas preocupações que Davi expressou sob inspiração divina.

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O salmista orou no SALMO 71:9 “Não me lances fora no tempo da velhice; não me deixes quando meu poder falhar.” Deus não ‘lança fora’ seus servos fiéis mesmo quando eles próprios acham que já passaram da idade e não são mais úteis. O salmista não se sentia abandonado por Jeová, mas reconhecia sua própria necessidade de confiar cada vez mais no seu Criador à medida que ia envelhecendo. Jeová corresponde a essa lealdade providenciando apoio durante toda a vida da pessoa. Muitas vezes esse apoio vem da parte de companheiros cristãos. Fica claro que todos os que desejam honrar a Deus devem também honrar os idosos, pois eles são, de fato, preciosos aos olhos de nosso Criador.

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Podemos imaginar como será a vida no Paraíso na Terra lendo o SALMO 72:5-9. Os adoradores do único Deus verdadeiro viverão no Paraíso enquanto durar o Sol e a Lua — ou seja, para sempre. Jesus Cristo será um Rei revigorante ‘como a chuva sobre a grama cortada e chuvas copiosas que molham a terra’. Ao visualizar o cumprimento desse salmo, eu me sinto emocionado com a esperança de viver para sempre num paraíso terrestre. O malfeitor na estaca se emocionou quando Jesus lhe disse: “Estarás comigo no Paraíso.” Durante o Reinado Milenar de Jesus, esse homem será ressuscitado. Se ele se submeter ao governo de Cristo, poderá viver na Terra para sempre com perfeita saúde e felicidade.

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 Sobre o SALMO 72:7 (“até que não haja mais lua”), o Commentary (Comentário) de Cook diz: “Este trecho é importante, mostrando que a idéia de um Rei cujo reinado duraria até os fins dos tempos se achava presente de forma nítida na mente do Salmista. Determina o caráter messiânico de toda a composição.” E sobre o versículo 8  ele observa: “O reino seria universal, estendendo-se aos confins da terra. A extensão do domínio israelita sob Davi e Salomão era suficiente para sugerir a esperança, e poderia ser considerado pelo Salmista como um penhor de sua realização, mas, tomada em conjunto com os versículos precedentes, esta declaração é estritamente messiânica.”

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O alcance global do governo do Salomão Maior (Jesus) é indicado por estas palavras no SALMO 72:8, 9. “Terá súditos de mar a mar e desde o Rio [Eufrates] até os confins da terra. Diante dele se dobrarão os habitantes de regiões áridas, e seus inimigos é que lamberão o próprio pó.” De fato, Jesus Cristo governará a Terra inteira. Os que tiverem apreço pelo seu governo e suas bênçãos “se dobrarão” em sinal de submissão voluntária. Por outro lado, pecadores não arrependidos serão aniquilados, por assim dizer, aos “cem anos de idade”. (Isa. 65:20) Eles “lamberão o próprio pó”.

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O REINADO do Rei Salomão oferece-nos um vislumbre profético do futuro. Durante o seu reinado, Israel atingiu o apogeu de riqueza e de glória. Salomão tanto era um rei sábio, como era mestre em organização. Construiu um magnífico templo para Jeová, diversos prédios governamentais e um palácio real, conforme abaixo apresentado. Estabeleceu distritos administrativos, os quais, em rodízio, proviam a casa real de uma variedade de alimentos, independente da estação do ano. O governo de Salomão foi uma época de genuína paz e segurança. Isto prefigura muito bem o reinado pacífico do Messias, que “terá súditos de mar a mar e desde o Rio [Eufrates] até os confins da terra” conforme relata o SALMO 72:8.

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O Rei Davi, com a ajuda de Jeová, conseguiu estender os limites da Terra da Promessa até o Eufrates. (1Crôn. 18:3-8) A respeito de seu filho, Salomão, foi declarado no SALMO 72:8.“Terá súditos de mar a mar e desde o Rio [Eufrates] até os confins da terra.” Na profecia de Zacarias, estas palavras são repetidas e apontam para a regência global do Messias. — Zac. 9:9, 10; compare com Dan. 2:44; Mat. 21:4, 5.

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Em condições favoráveis, a vegetação brota profusamente, tornando-a apropriada como figura representativa de muitos descendentes. Por exemplo, durante o reinado de Salomão, “Judá e Israel eram muitos”, e floresciam, “comendo e bebendo, e alegrando-se”. Evidentemente, alude-se a isso no salmo referente a Salomão, SALMO72:16 diz: “Os da cidade florirão como a vegetação da terra.” Por outro lado, embora os iníquos por um tempo talvez floresçam como a vegetação, não estão florindo por causa da bênção de Deus, mas estão destinados a ser “aniquilados para todo o sempre”.

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SALMO 73:1,2. Diz: “Deus é deveras bom para com Israel, para com os de coração limpo. Quanto a mim, meus pés quase se tinham apartado, meus passos quase se fizeram escorregar.” Com estas palavras, Asafe reconheceu que Jeová era bom para com a nação de Israel. Isto se dava especificamente para com os “de coração limpo”, porque era o desejo deles dar a Deus devoção exclusiva e contribuir para a santificação do Seu sagrado nome. Se nós tivermos esta atitude, bendiremos a Jeová por falar bem dele, mesmo que sejamos severamente provados pela prosperidade dos iníquos ou por outras situações.

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SALMO 73:9 — Em que sentido os iníquos “puseram sua boca nos próprios céus, e sua própria língua anda pela terra”? Visto que os iníquos não têm consideração por ninguém no céu ou na Terra, eles não hesitam em blasfemar a Deus com a sua boca. Além disso, caluniam os humanos com a sua língua.

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SALMO 73:2-5, 18-20, 25, 28. Não devemos invejar a prosperidade dos iníquos e adotar seus modos ímpios. Os iníquos estão num terreno escorregadio. Com certeza ‘cairão em ruínas’. Além do mais, visto que o governo humano imperfeito não tem condições de acabar com a perversidade, nossos esforços para eliminá-la seriam inúteis. Como no caso de Asafe, para lidar com a perversidade é sábio ‘chegar-se a Deus’ e ter prazer numa estreita relação com ele.

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SALMO 73:3, 6, 8, 27. Temos de evitar a jactância, a altivez, a zombaria e a defraudação. Mesmo que adotar tais atitudes possa parecer vantajoso.

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SALMO 73:15-17. Quando estamos confusos no nosso raciocínio, devemos refrear-nos de divulgar nossos pensamentos de perplexidade. Contar “uma história tal como esta” serviria apenas para desencorajar outros. Devemos meditar com calma sobre nossas preocupações e resolvê-las por nos associarmos com os nossos irmãos na fé. — Provérbios 18:1.

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Felizmente, Asafe não persistiu por muito tempo no estado de desespero. Passou rapidamente a dar-se conta de que a aparente paz dos iníquos era apenas uma ilusão — e ainda por cima temporária! Ele exclamou no SALMO 73:18,19 “De fato, tu os pões em terreno escorregadio. Fizeste que caíssem em ruínas. Como eles num instante se tornaram um assombro! Como chegaram ao seu término, deu-se cabo deles por meio de terrores repentinos!” Muitos também estão em “terreno escorregadio”. Mais cedo ou mais tarde, colherão os frutos do seu comportamento ímpio, talvez uma gravidez indesejada, uma doença sexualmente transmissível, ou mesmo encarceramento ou morte! Pior ainda, ficam apartados de Deus.

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Não demorou muito e Asafe chegou a uma importante conclusão sobre os ímpios, que vivem para o prazer no SALMO 73:17,18. “De fato, tu os pões em terreno escorregadio. Fizeste que caíssem em ruínas.” O mesmo vale para muitas pessoas que vivem só para se divertir. Talvez pensem que estão se divertindo agora. Mas o usufruto do pecado é apenas temporário! Por não seguirem as normas da Bíblia, estão num “terreno escorregadio” e correm o perigo de levar um terrível tombo, quando menos esperam. A Palavra de Deus declara: “O que o homem semear, isso também ceifará”. (Gálatas 6:7)

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SALMO 73:23. Segurar Deus a mão direita de alguém fortaleceria a tal. Usualmente, a mão direita dum guerreiro era a que segurava a espada, e não era protegida pelo escudo na mão esquerda. Portanto, o amigo que ficasse ou lutasse à mão direita dele o defendia e protegia. Esta situação foi usada de forma metafórica com respeito à ajuda e proteção que Deus dá aos que o servem.

 

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