ENCONTRE JÓIAS ESPÍRITUAIS: DESTAQUES DE SALMOS 87-91 DA SEMANA DE 1-7 DE AGOSTO DE 2016

Apostila

ENCONTRE JÓIAS ESPÍRITUAIS: DESTAQUES DE SALMOS 87-91

DA SEMANA DE 1-7 DE AGOSTO DE 2016

Sal 89:34-37 De que pacto esses versos falam, e como Jeová ilustra que esse pacto é confiável? (w14 15/10 10 § 14;w07 15/7 32 §§ 3-4)

Esses versos falam do pacto davídico. E esse pacto é confiável porque Jeová fez esse pacto com Davi quando ele era rei em Jerusalém, prometendo-lhe que o Messias seria seu descendente, e isso é confirmado em Lucas 1:30-33. Dessa forma, Jeová delimitou ainda mais a linhagem do descendente e determinou que um herdeiro de Davi teria “o direito legal” ao trono do Reino messiânico e isto também esta registrado em Ezequiel 21:25-27. Por meio de Jesus, o reinado de Davi ficará “firmemente estabelecido  por tempo indefinido”. O governo do Messias nunca se tornará corrupto, e suas realizações durarão para sempre! Sobre esse Reino, Daniel 7:14 diz: “Seu domínio é um domínio de duração indefinida, que não passará, e seu reino é um que não será arruinado.” A Lua é uma testemunha que nos lembra desse Reino e das bênçãos que ele trará à humanidade.

Sal 90:10, 12 Como podemos “contar os nossos dias para que possamos adquirir um coração sábio”? (w06 15/7 13 § 4;w01 15/11 13 § 19)

O Salmo 90:10,12 diz que a vida é curta, que nossa expectativa de vida é de 70 ou 80 anos devemos “contar os nossos dias” Por “introduzir um coração de sabedoria”, ou seja, exercer sabedoria de modo que o restante de nossos dias não sejam desperdiçados, mas sim usados de um modo que agrade a Jeová. No entanto, não importa qual seja a nossa idade, porque de acordo com Tiago 4:13-15 ‘não sabemos qual será a nossa vida amanhã, porque somos uma bruma que aparece por um pouco de tempo e depois desaparece’.  Então para isso, é preciso estabelecer prioridades espirituais e usar sabiamente o nosso tempo.

O que a leitura da semana me ensinou sobre Jeová?

USE UNS DOS ARGUMENTOS ABAIXO

Referente aos adoradores verdadeiros, o salmista representa Deus como dizendo no SALMO 91:14 que diz: “Visto que ele se afeiçoou de mim, eu também o porei a salvo. Protegê-lo-ei por ele ter chegado a conhecer meu nome.” A expressão “protegê-lo-ei” significa literalmente “colocá-lo-ei no alto”, quer dizer, fora do alcance. Nós nos refugiamos em Jeová como seus adoradores especialmente por ‘nos termos afeiçoado dele’. Deus, por sua vez, ‘nos põe a salvo’ dos nossos inimigos. Nunca seremos eliminados da Terra. Antes, seremos salvos porque conhecemos o nome divino e o invocamos com fé. E estamos decididos a ‘andar para sempre no nome de Jeová’.

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SALMO 90:7, 8, 13, 14. As nossas transgressões sempre prejudicam o nosso relacionamento com o Deus verdadeiro. E é impossível esconder dele os pecados ocultos. No entanto, se realmente nos arrependermos e abandonarmos o mau proceder, Jeová nos restaurará ao seu favor, ‘fartando-nos com a sua benevolência’.

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A idéia da existência eterna de Deus não é apenas uma informação. Analisando um pouco mais a oração de Moisés, vemos que a eternidade de Deus garante que a nossa esperança de vida eterna é real. Ao passo que nossa vida atual é passageira, Deus é descrito como “uma verdadeira habitação para nós durante geração após geração” no SALMO 90:1. Como Pai amoroso, Jeová sempre ajudou e sempre ajudará seu povo. Que essa verdade maravilhosa seja uma fonte de ânimo para nós!

Que pontos da leitura posso usar no serviço de campo?

USE UNS DOS DESTAQUES ABAIXO

Será que aqueles que viverão no Paraíso terrestre algum dia serão informados dos nomes dos que ressuscitaram para a vida celestial?Os versículos 5 e 6 do SALMO 87 indicam que é bem possível que sim.

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De acordo com o SALMO 88:13, 14. Uma demora em receber resposta às nossas orações sobre certo problema pode muito bem significar que Jeová deseja que demonstremos a genuinidade de nossa devoção a ele.

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SALMO 91:1, 2 — O que é o “lugar secreto do Altíssimo”, e como podemos “morar” ali? É um lugar simbólico de segurança e estabilidade espiritual, uma condição ou estado de proteção contra danos espirituais. Esse lugar é secreto porque é desconhecido para os que não confiam em Deus. E nós podemos Fazer de Jeová nossa morada quando o encaramos como nosso refúgio e fortaleza, por louvá-lo como Governante Soberano do Universo e por pregar as boas novas do Reino. Sentimo-nos espiritualmente seguros porque sabemos que Jeová está sempre pronto para nos ajudar.

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SALMO 90:10, 12. Visto que a vida é curta, devemos “contar os nossos dias”. Como? Por “introduzir um coração de sabedoria”, ou seja, exercer sabedoria de modo que o restante de nossos dias não sejam desperdiçados, mas sim usados de um modo que agrade a Jeová. Para isso, é preciso estabelecer prioridades espirituais e usar sabiamente o nosso tempo.

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SALMO 90:17. É apropriado orar para que Jeová ‘estabeleça firmemente o trabalho das nossas mãos’ e abençoe os nossos esforços no ministério.

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Jeová, a quem nem sequer o “céu dos céus” pode conter, não precisa sentar-se num trono ou cadeira literal. No entanto, ele representa sua autoridade régia e soberania com o símbolo dum trono. Alguns servos de Deus tiveram o privilégio de ter uma visão do Seu trono. O SALMO 89:14 é apenas uns dos Salmos que descrevem o trono de Jeová, isto é, sua majestade ou poder, sua posição como Juiz Supremo, como estabelecido em justiça e em juízo “desde há muito”.

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O SALMO 89:15. Fala da face de Jeová e essa ‘luz da face de Deus’ significa favor divino. “Levanta sobre nós a luz da tua face” é uma expressão que significa ‘mostra-nos favor’. De modo similar, o favor dum governante é chamado de “luz da face do rei”. E a luz pode denotar vivacidade e animação, o oposto do desalento. Uma perspectiva brilhante, tal como a salvação ou a libertação, às vezes é chamada de luz.

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No SALMO 89, Jeová se refere a “Davi, meu servo”, e faz um retrospecto do pacto para o reino feito com ele. No meio disso encontra-se a declaração no SALMO 89:20,27 que diz: “Eu mesmo o colocarei como primogênito, o mais excelso dos reis da terra.” Davi não era filho primogênito. Assim, parece que Jeová se referia profeticamente àquele prefigurado por Davi, o celestial Filho “primogênito” do próprio Deus, a quem Ele confere um reinado mais enaltecido do que o de qualquer governante humano.

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Quase 700 anos depois da declaração feita a Judá, Jeová disse a respeito de Davi, da tribo de Judá no SALMO 89:20,29 “Achei a Davi, meu servo . . . e hei de estabelecer sua descendência para todo o sempre e seu trono como os dias do céu.” Quando Deus diz que a “descendência” de Davi será estabelecida “para sempre” e que “seu trono” existirá tanto quanto “os dias do céu”, que significa isso?Jeová Deus está-se referindo ao fato de que o governo do Reino, nas mãos de seu governante designado, Jesus Cristo, durará para sempre.

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O cabeçalho do SALMO 90 o chama de “uma oração de Moisés, homem do verdadeiro Deus”. Visto que o salmo enfatiza a transitoriedade da vida humana, é provável que tenha sido composto depois de os israelitas terem sido libertados da servidão egípcia e durante a sua peregrinação no ermo por 40 anos, quando a morte de milhares acabou com uma geração sem fé. De qualquer modo, o Salmo 90 mostra que a vida dos humanos imperfeitos é curta. Portanto, é evidente que devemos usar sabiamente os nossos dias preciosos.

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No SALMO 90, os versículos 1 a 6 identificam Jeová como nossa eterna habitação. Os SALMOS 90 versículos 7 a 12 mostram o que precisamos fazer para usar nossos transitórios anos de vida dum modo que Lhe seja aceitável. E, conforme expresso nos versículos 13 a 17,desejamos seriamente obter a benevolência e a bênção de Jeová. Naturalmente, este salmo não prediz o que irá acontecer com cada um de nós como servos de Jeová. Não obstante, devemos pessoalmente tomar a peito os sentimentos expressos nessa oração. Portanto, examinemos de perto o SALMO 90 do ponto de vista daqueles que são dedicados a Deus.

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A Bíblia ensina no SALMO 90:2 que Deus existe “de eternidade a eternidade”. Em outras palavras, Deus não teve início nem terá fim. Do ponto de vista humano, “o número dos seus anos foge ao nosso entendimento”. Como isso nos ajuda? Deus promete nos dar vida eterna sem nós conhecê-lo como amigo. Não poderíamos confiar numa promessa dessas se o próprio Deus não vivesse para sempre. Apenas o “Rei da eternidade” poderia cumprir uma promessa assim.

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As expressões “imortal” ou “imortalidade” não ocorrem nas Escrituras Hebraicas, as quais mostram, porém, que Jeová Deus, como Fonte de toda a vida, não está sujeito à morte, sendo assim imortal. Este fato é também enfaticamente declarado pelo apóstolo cristão Paulo ao referir-se a Deus como “Rei da eternidade, incorruptível” em 1TIMÓTEO 1:17 Paulo ao relatar isso, ele cita o SALMO 90:1,2.

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Jeová é o Criador de todas as coisas, a grande Causa Primária; destarte, ele é incriado, não teve início. “Em número, os seus anos estão além de esquadrinhamento.” É impossível estabelecer uma idade para Ele, pois não existe ponto inicial a partir do qual se possa fazer a medição. Embora sem idade, é corretamente chamado de “o Antigo de Dias”, uma vez que sua existência se estende infindavelmente pelo passado. Ele também não tem fim futuro, sendo incorruptível, imorredouro. Por conseguinte, é chamado no SALMO90:2, 4  de “Rei da eternidade” , para quem mil anos são como uma vigília noturna de poucas horas. Apesar de o tempo não contar em seu caso, Jeová é destacadamente um Deus histórico, identificando-se com épocas, lugares, pessoas e eventos específicos. Em seus modos de lidar com a humanidade, ele atua segundo um cronograma exato.

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A palavra ʽoh·lám às vezes é associada com o que é eterno. O profeta Isaías escreveu em Isaías 40:28 “Jeová, o Criador das extremidades da terra, é Deus por tempo indefinido.” Jeová é “de tempo indefinido a tempo indefinido”. E isso também é confirmado no SALMO 90:2. Visto que Jeová é eterno e não morre, ele continuará a ser Deus por toda a eternidade.

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O salmista foi inspirado a equiparar mil anos de existência humana a um período muito curto na existência eterna do Criador. Dirigindo-se a Deus, ele escreveu no SALMO 90:3, 4.“Fazes o homem mortal voltar à matéria quebrantada e dizes: ‘Retornai, filhos dos homens.’ Pois mil anos aos teus olhos são apenas como o ontem que passou e como uma vigília durante a noite.”

Isto se aplica a todos — fortes ou fracos, ricos ou pobres — porque nenhum humano imperfeito ‘pode de modo algum remir até mesmo um irmão, nem dar a Deus um resgate por ele, a fim de que viva para sempre’. Mas, como somos gratos de que ‘Deus deu o seu Filho unigênito, a fim de que todo aquele que nele exercesse fé tivesse vida eterna’!

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O SALMO 90:12 diz: “Mostra-nos como contar os nossos dias de tal modo que possamos introduzir um coração de sabedoria.” Essa foi a oração humilde do escritor bíblico Moisés.

Moisés lamentou a curta duração da vida humana. Ele expressou o desejo de viver seus dias restantes com sabedoria, de uma maneira que agradasse ao Criador. Moisés especificou o que ele estava pedindo a Jeová. Será que nós também devemos orar pedindo a mesma coisa?

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Uma vida comparativamente curta e dificultosa não é tudo o que há para os que se lembram de Jeová e que de todo o coração cumprem a Sua vontade. Quer sejam jovens, quer idosos, têm a mesma atitude de Moisés, que orou no SALMO 90:10,12. “Mostra-nos como contar os nossos dias de tal modo que possamos introduzir um coração de sabedoria.” Este humilde profeta de Deus desejava seriamente que Jeová mostrasse, ou ensinasse, a ele e ao povo de Israel o uso de sabedoria em dar valor ‘aos dias dos seus anos’ e como usá-los dum modo aprovado por Deus. E nó nós será que estamos dando valor aos nossos dias e pedindo sabedoria a Jeová dum modo aprovado por Ele?   

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As palavras do SALMO 90:12 evidentemente expressam em oração o desejo de Moisés, de que Jeová mostrasse ou ensinasse tanto a ele como ao Seu povo a usar de sabedoria para dar valor ‘aos dias dos seus anos’ e a usá-los dum modo aprovado por Deus. Bem, o que dizer de nós? Será que apreciamos cada um de nossos preciosos dias? Será que introduzimos um coração de sabedoria por procurar gastar cada dia dum modo digno para a glória de nosso Grandioso Instrutor, Jeová Deus? O ensino divino nos ajuda a fazer exatamente isso. Se aprendermos a contar os nossos dias para a glória de Jeová, é possível que continuemos a contá-los para sempre, porque o ensino divino transmite conhecimento que leva à vida eterna

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Quão esplêndido seria se nos pudéssemos alegrar durante todo o resto da nossa vida! Sobre isso, Moisés rogou no SALMO 90:13,14; nota “Volta deveras, ó Jeová! Até quando será? E tem lástima dos teus servos. Farta-nos de manhã com a tua benevolência [ou: “amor leal”], para que gritemos de júbilo e nos alegremos em todos os nossos dias.” Deus não comete enganos. Todavia, ele “tem lástima” e se ‘desvia’ da sua ira e da aplicação de punição quando seu aviso sobre tomar tal ação produz uma mudança na atitude e na conduta dos transgressores arrependidos. Portanto, mesmo que erremos seriamente, se demonstrarmos verdadeiro arrependimento, Jeová ‘nos fartará com a sua benevolência’ e teremos motivos para ‘gritar de júbilo’. E por adotarmos o proceder justo, sentiremos o amor leal de Deus por nós e poderemos ‘alegrar-nos em todos os nossos dias’ — sim, pelo resto da nossa vida.

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O SALMO 90 conclui com o seguinte pedido no versículo 17 “Mostre estar sobre nós à afabilidade de Jeová, nosso Deus, e estabelece deveras firmemente sobre nós o trabalho das nossas mãos. Sim, estabelece deveras firmemente o trabalho das nossas mãos.” Estas palavras mostram que podemos apropriadamente orar a Deus para que abençoe nossos esforços no seu serviço. Como cristãos ungidos ou companheiros deles, as “outras ovelhas”, alegramo-nos de que esteja sobre nós “a afabilidade de Jeová”. Como somos felizes de que Deus ‘estabeleceu firmemente o trabalho das nossas mãos’ como proclamadores do Reino e de outros modos!

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O SALMO 91:1-3 diz: “Quem morar no lugar secreto do Altíssimo procurará para si pouso sob a própria sombra do Todo poderoso. Vou dizer a Jeová: ‘Tu és meu refúgio e minha fortaleza, meu Deus, em quem vou confiar.’ Pois ele mesmo te livrará da armadilha do passarinheiro.” E no SALMO 91:9,14 podemos notar que Deus promete proteger os que o amam e confiam nele.

Portanto, o “lugar secreto do Altíssimo”, mencionado pelo salmista, é um simbólico lugar de proteção espiritual. Nele, os que se ‘hospedam’ com Deus estão a salvo de qualquer coisa ou pessoa que ameace a sua fé e o seu amor a ele. É um lugar secreto porque os descrentes não conseguem discerni-lo. Ali, Jeová protege pessoas que dizem: ‘Tu és o meu Deus em quem vou confiar.’ Se permanecermos nesse lugar de refúgio, não será preciso nos preocupar indevidamente quanto a perder o favor de Deus por cair numa armadilha de Satanás, o “passarinheiro”.

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A dedicação e o batismo resultam em ainda outra grande bênção — o privilégio de “morar no lugar secreto do Altíssimo”. SALMO 91:1.Trata-se de um simbólico lugar de segurança — uma condição, ou estado, de proteção contra o dano espiritual. É “lugar secreto” porque é desconhecido para as pessoas sem visão espiritual e que não confiam em Deus. Por vivermos em harmonia com a nossa dedicação e exercermos total confiança em Jeová, estamos, na realidade, dizendo-lhe conforme o SALMO 91:1,9 que diz: “Tu és meu refúgio e minha fortaleza, meu Deus, em quem vou confiar.” Jeová Deus se torna nossa habitação segura. Poderia alguém desejar mais?

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Quando as rajadas do vento da adversidade começam a soprar, e a impiedosa chuva e o granizo continuam a cair, Deus está pronto para dar proteção consoladora. É assim que um dos salmos o descreve como dando abrigo consolador no SALMO 91:4 que diz: “Com as suas plumas impedirá a aproximação a ti, e tu te refugiarás debaixo das suas asas.” Esta imagem talvez se refira a uma águia. Retrata uma ave que percebe o perigo e que então estende como proteção suas asas sobre os filhotes. Em sentido ainda maior, Jeová torna-se um verdadeiro Protetor para todos os que se refugiam nele.

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Que perigos ameaçam a nossa preciosa relação com Deus? O salmista menciona vários deles, como a “pestilência que anda nas trevas” e a “destruição que assola ao meio-dia” no SALMO 91:5,6. O desejo egoísta de independência tem levado muitos a cair na armadilha do “passarinheiro”. Ele captura outros promovendo a ganância, o orgulho e o materialismo. Ainda outros são desencaminhados por meio de filosofias como patriotismo, evolução e religião falsa. E muitos foram induzidos a cair na armadilha de relações sexuais ilícitas. Essas pragas espiritualmente prejudiciais já levaram milhões de pessoas a perder o seu amor a Deus. E nós temos que tomar cuidado para não cairmos no mesmo laço.

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Como Jeová protege seu povo contra os perigos espirituais? O SALMO 91:11 diz: “Dará aos seus próprios anjos uma ordem concernente a ti, para te guardar em todos os teus caminhos.” Anjos celestiais nos guiam e protegem para que possamos pregar as boas novas. Além dos anjos, anciãos cristãos, pelo seu apego firme às Escrituras no seu ensino, nos protegem contra sermos enganados por raciocínios falsos. Eles podem dar ajuda individual a qualquer pessoa que lute para vencer atitudes mundanas. Também, o “escravo fiel e discreto” provê alimento espiritual para nos proteger contra o ensino da evolução, a tentação de desejos imorais, a busca de riqueza e destaque e muitos outros desejos e influências prejudiciais. O que tem nos ajudado a resistir a esses tipos de perigo?

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A Bíblia compara os ataques de Satanás aos de um leão novo e de uma cobra no SALMO 91:13.

Como um leão feroz, Satanás muitas vezes realiza ataques frontais por meio de violência, prisões ou proscrições. Os relatórios sobre atos das Testemunhas de Jeová na atualidade, publicados nos Anuários, contêm numerosos relatos de tais táticas. Grupos anárquicos, às vezes liderados por clérigos ou fanáticos políticos, têm maltratado o povo de Deus em muitos lugares. Alguns tropeçam por causa desses ataques leoninos. O Diabo, como uma cobra, também lança ataques traiçoeiros de lugares ocultos a fim de envenenar mentes e enganar as pessoas para que façam a vontade dele. Esse tipo de ataque visa nos enfraquecer ou corromper espiritualmente. Mas, por meio do espírito santo de Deus, podemos suportar essas duas formas de perseguição.

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os únicos cristãos que realmente conhecem o nome de Deus são os Seus servos obedientes. Portanto, a garantia dada por Jeová noSALMO 91:14 aplica-se a tais pessoas: “Protegê-lo-ei por ele ter chegado a conhecer meu nome.” O nome em si não é uma fórmula mágica, mas Aquele que tem este nome pode dar proteção ao seu povo devoto. De modo que o nome representa o próprio Deus. É por isso “O nome de Jeová é uma torre forte. O justo corre para dentro dela e recebe proteção.” Isto é o que fazem aqueles que lançam seu fardo sobre Jeová. Do mesmo modo, amar o nome de Jeová, cantar-lhe louvores, invocá-lo, dar-lhe graças, jurar por ele, lembrá-lo, temê-lo, procurá-lo, confiar nele, exaltá-lo e esperar nele significa fazer estas coisas com referência ao próprio Jeová. Ultrajar o nome de Deus é blasfemar a Deus.

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Nosso Pai celestial provê o cuidado e a proteção que precisamos como povo que invoca seu nome com fé. O salmista registrou as palavras de Jeová no SALMO 91:14 que diz: “Visto que ele se afeiçoou de mim, eu também o porei a salvo. Protegê-lo-ei por ele ter chegado a conhecer meu nome.” Realmente, Jeová Deus de modo amoroso nos livra de inimigos e nos protege como povo para que não sejamos destruídos.

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Embora tratar Jeová pelo nome seja importante, conhecê-lo realmente, ou seja, ter uma relação com ele à base do que seu nome representa, é ainda mais importante. Por quê? Ele promete àquele que o ama e confia nele no SALMO 91:14 que diz:“Protegê-lo-ei por ele ter chegado a conhecer meu nome.” Fica claro que conhecer o nome de Deus é um fator-chave para receber a sua proteção. Sendo assim seria bom nos perguntarmos: O que está envolvido em conhecer o nome de Deus?

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