O Dilúvio e a Globalização.

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Desde o inicio das rotas comerciais como a rota da seda, até a era da navegação à vela que proporcionou os descobrimentos, a globalização tomou um rumo de que as pessoas dessa época jamais imaginaram. E um grande impulso foi à criação da maquina a vapor que acelerou as viagens marítimas ao redor do planeta.

 

As possibilidades eram muitas, e então surgiram às primeiras transmissões de onda de rádio, o cinema se popularizou tomando o espaço do teatro, e no período que acendeu a Guerra Fria, militares americanos criaram então a rede internet.

 

Assim como as navegações à vela possibilitaram os missionários Jesuítas a ramificarem sua cultura religiosa principalmente nas Américas, a rede e internet hoje fazem o mesmo. Não é a toa que quando acessamos a internet usa-se o termo “navegar”.

 

O que isso tem haver com o dilúvio dos dias de Noé?

 

Lendas Globais do Dilúvio

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É importante saber que os primitivos meios de comunicação remontam a 200 AC através das rotas da seda que ligava a Ásia e a Europa.

Só 17 séculos mais tarde, a navegação à vela tomaria conta do cenário, possibilitando então missionários Jesuítas a levarem o conhecimento do Deus bíblico, Jeová, em diversas colônias européias ao redor do mundo.

 

Todo e qualquer conhecimento ao ser difundido, precisa percorrer um caminho, e é aí que entramos no quesito Dilúvio e a Globalização.

E o que intriga sobre um relato do dilúvio é que antes mesmo dessas rotas internacionais existirem, todas as formas de religiões e mitologias do passado abordavam um contexto muito comum em suas culturas sobre tal catástrofe global. Só para citar alguns desses povos e suas lendas do dilúvio no velho continente:

 

África Oriental – Massais.

Babilônia – Relato de Beroso e Européia de Gilgámes.

Birmânia ou Myanmar – Singfos

China – Lolos

Egito – Livro dos Mortos

Grécia – Relato de Luciano

Na Índia há pelo menos três: Ilhas Andamã, Bhil, Kamar.

Irã – Zenda Avesta

Itália – Poemas de Ovídio

Rússia – Voguls

Vietnã – Bahnar

 

Podemos dizer que talvez pelo fato de todas essas culturas e civilizações citadas habitarem uma mesma massa de terra, possibilitou a questão de uma ser influenciada pela cultura de outra e copiar aspectos de tal relato do dilúvio.

O que já torna uma questão surpreendente para uma época em que o mundo nem pensava em ser globalizado. Porém, não acaba por aí.

 

Relatos de uma catástrofe como o dilúvio também é encontrado em lugares remotos do mundo. Como em ilhas e continentes que antes dos descobrimentos povo asiáticos e europeus nem sequer pensavam em existir.

Para citar alguns:

 

Alasca – Koluches

(EUA) Arizona – lenda dos Papagos

Austrália – Kurnai

Bolívia – Xiricuanos

Bornéu – Daiaques do Mar

Canadá – Criés & Montagnais

Fiji – Tradição Walavu-levu

Havaí – Lenda dos Nu-u

Polinésia – Raiatéa

Islândia – Edas

México – Códice Chimalpopoca

Nova Zelândia – Maoris

Peru – Índios Huarochiri

 

A questão que agora surge é: Como esses povos tão antigos sem nunca ter contato uns com os outros ou pelo – menos sem ter contato com aqueles povos que vivem na grande massa de terra como a Europa, Ásia e a África desenvolveram um mito que também aborda a questão de um dilúvio global?

 

Coincidências nos Relatos

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Deixando essa questão no ar por mais um tempo, uma outra circunstância a considerar é a característica de cada relato dessas antigas culturas e civilizações.

Se colocarmos todas essas histórias lado a lado, teremos semelhanças surpreendentes, como por exemplo:

 

  • A causa de o dilúvio ser divina,
  • Aviso dado antes do desastre,
  • Humanos poupados,
  • Animais poupados e,
  • Numa embarcação.

 

Há uma sexta característica que mencionarei mais tarde.

 

Essas semelhanças nos dão fortes evidências de que todos os povos e culturas do mundo basearam suas crenças numa mesma fonte.

E mesmo o mundo não sendo globalizado nessa época essa crença foi passado adiante através de mitos e fantasias ao redor do mundo. Que fonte de veracidades foi essa?

Não há outra resposta a não serem os sobreviventes de tal catástrofe, não necessariamente afirmando ser Noé e sua família esses sobreviventes, porém, o que os estudos das mitologias nos deixam claro, que sim, o dilúvio realmente existiu!

 

Até porque hoje num mundo globalizado como o que vivemos nós ainda temos a tendência de criar mitos e fantasias que são baseados numa fonte real de eventos. Um bom exemplo disso é a do escritor irlandês Bram Storken que ficou famoso após ter escrito o romance Nosferatu, que conta nada mais nada menos, uma história de uma criatura vampiresca “O Drácula”. Que poucos sabem é que Bram Stoker, não criou tal história de sua cabeça antes ele se baseou na vida real. Sim, Drácula realmente existiu, ele não era um vampiro, “Conde Vlad Dracul”, foi um príncipe da valáquia que habitava num castelo da Transilvânia na Romênia, ele foi muito participe na guerra entre Católicos e Turcomanos  que queriam exercer sua influencia religiosa.

Drácula era extremamente sádico, fazia inúmeras vítimas e tinha prazer de vê-las sofrer. Tinha hábito de almoçar a luz do dia, com seus inimigos empalados e gemendo ainda vivos ao redor da mesa.

 

Fontes dizem que ele também gostava de beber o sangue de suas vitimas e ainda por cima reclamava se tivesse coagulado.

Essa é uma história verídica, onde Bram Stoker se baseou para escrever seu romance sobre o vampiro Drácula.

Isso nos ensina que todo conto e fantasia na maioria das vezes são baseados em fontes reais de eventos, e sobre o dilúvio não é diferente.

 

As mitologias do mundo nos oferecem provas inequívocas de que um dia no passado realmente existiu um catástrofe global como a que todas as culturas civilizações mundiais dizem que aconteceu. Essa fonte real dos acontecimentos do dilúvio com certeza é a dos sobreviventes dos dias do dilúvio.

 

Gigantes pré Diluviano

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Semi-deuses , Nefelins, Voduns, Djinns.

Uma sexta característica comum nos relatos das mitologias que remontam a lenda do dilúvio, é a menção de um povo gigante que habitava a terra antes de tal catástrofe. O que é interessante na menção desse povo é que as mitologias referem-se a eles como uma raça hibrida de deuses e homens, ou anjos e homens, filhos desta mistura.

 

No ano de 2010 foi lançada na internet algumas fotos campeãs dum concurso de ‘Photoshop’ que mostravam escavações arqueologias exageradas de esqueletos humanos que chegavam até 10 metros de altura. Muitos depositaram fé que essas fotos eram reais e se tratavam de achados arqueológicos dos Nefelins citados na Bíblia.

 

Klaus Dona é um arqueólogo que já publicou diversos livros que falam a respeito de uma civilização antiga que segundo ele era como nós hoje, globalizada. Ele acredita que em um passado remoto realmente existiu uma Atlântis monumental onde seus povos eram extremamente inteligentes e detentores de uma tecnologia sem igual, e que uma catástrofe os varreu do globo, espalhando seus sobreviventes pelos quatros cantos da terra. Pois há fortes indícios muito similares nas lendas e culturas antigas nos quatro cantos do mundo não só em relação ao dilúvio, mas também aos mitos da criação, e as edificações construídas pelas civilizações mais propriamente dita as pirâmides que podem ser encontradas em diversos lugares com muitas similaridades. Em seus arquivos arqueológicos encontram-se também fósseis de esqueletos humanos um tanto diferentes são restos mortais de humanos que chegavam próximos aos 3 metros de altura, e, além disso, tinha o crânio alongado.

 

Esses fósseis receberam o nome de ‘Paracas’ devido à região em que foram encontrados em 1928 no Peru. Claro, não podemos concluir que os fosseis encontrado no Peru são de fato os gigantes que as inúmeras mitologias citam que um dia existiu. Porém, não há como descartar todas essas similaridades encontradas nas culturas mundiais com referências a um dilúvio global.

 

A força da evidência através da comparação nos dá um percentual bem elevado não foi uma catástrofe local que será abordada na próxima matéria.

 

O fato é que em todos os aspectos dão fortes indícios de uma catástrofe global diluviana.

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The Jah Channel

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Um comentário sobre “O Dilúvio e a Globalização.

  1. phanegomes says:

    O fato de que tantos povos diferentes relatam um mesmo acontecimento, com os mesmos detalhes, não enfraquece a história como dizem os ateus por exemplo, pelo contrário, corrobora. O Dilúvio foi uma demonstração do poder de Jeová e seus relatos deixam claro que foi um acontecimento assombroso, digno de ser passado de pai pra filho.

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