ENCONTRE JÓIAS ESPIRITUAIS – JEREMIAS 35-38 DA SEMANA DE 8-14 DE MAIO DE 2017

Jer. 35:19 — Por que Jeová abençoou os recabitas? (Perspicaz vol. 3 pág. 384-385, “Recabitas”)

 

Jeová se agradou da respeitosa obediência que demonstraram. Sua obediência inquebrantável a um pai terrestre se contrastava com a desobediência dos habitantes de Judá ao seu Criador. (Jer. 35:12-16)Deus fez aos recabitas a recompensadora promessa: “De Jonadabe, filho de Recabe, não se decepará homem, impedindo-o de ficar de pé diante de mim para sempre.” Jer. 35:19.

 

Jer. 37:21 — Como Jeová cuidou de Jeremias? Como esse exemplo nos ajuda quando enfrentamos dificuldades? (Sentinela 15/01/98 pág. 18 parág. 16-17; Sentinela 01/08/95 pág. 5 parág. 7-8)

 

Jeová ajudou o profeta Elias. Durante uma seca de três anos e meio, Jeová Deus regularmente lhe forneceu alimento. Primeiro, Ele fez com que corvos levassem pão e carne ao profeta. (1 Reis 17:2-6) Mais tarde, Jeová milagrosamente não deixou esgotar o suprimento de farinha e de azeite do qual uma viúva alimentava Elias. (1 Reis 17:8-16) Era uma alimentação bem básica, mas manteve vivos o profeta, a mulher e o filho dela.

Do mesmo modo, Jeová cuidou e sustentou Jeremias durante épocas de dificuldades econômicas. Jeremias sobreviveu ao sítio babilônico de Jerusalém, quando as pessoas tinham de “comer pão por peso e em ansiedade”. (Ezequiel 4:16) Por fim, a fome na cidade tornou-se tão severa, que algumas mulheres comeram a carne de seus próprios filhos. (Lamentações 2:20) Embora Jeremias estivesse em detenção, por causa da sua pregação destemida, Jeová cuidou de que se lhe desse diariamente “um pão redondo . . . até que todo o pão se esgotou na cidade”. — Jeremias 37:21.

 

 

Jeová ampara seus servos hoje, cuidando deles tanto em sentido material como em sentido espiritual, como fez em gerações passadas. Podemos ver o caso de Lamitunde, que mora na África Ocidental. Ele relata: “Eu era dono de uma granja até grande. Um dia vieram ladrões armados e roubaram a maior parte dos frangos, o gerador de reserva e o dinheiro que tínhamos. Pouco depois, os poucos frangos que restaram morreram de uma doença. Isso arruinou meu negócio. Passei dois anos tentando arranjar um emprego, mas não conseguia nada. As coisas ficaram muito difíceis, mas Jeová me amparou. “O que me ajudou a enfrentar as dificuldades foi reconhecer que Jeová permite que certas coisas aconteçam conosco para nos refinar. Minha esposa e eu continuamos nossa rotina de estudo da Bíblia, em família, e isso nos ajudou muito mesmo. A oração também nos enchia de forças. Às vezes, eu não tinha vontade de orar, mas me sentia melhor depois de orar.

 

O QUE VOCÊ APRENDEU SOBRE JEOVÁ NA LEITURA DA SEMANA?

 

Malquijá era “Filho do rei”, em cuja cisterna foi lançado Jeremias, conforme o relato de JEREMIAS 38:6. Neste caso, a expressão “filho do rei” possivelmente não denota que ele era descendente do rei, mas que tinha uma relação íntima com a casa real ou era oficial de descendência real.

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Ebede-Meleque era “eunuco”, conforme o relato de JEREMIAS 38:7 Esse termo se referia literalmente a um homem castrado, mas também era usado num sentido mais amplo para se referir a qualquer pessoa que servisse na corte do rei.

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JEREMIAS 36:2,3 diz: “Pegue um rolo e escreva nele todas as palavras que lhe falei contra Israel, Judá e todas as nações, desde o primeiro dia em que falei com você, nos dias de Josias, até hoje. Talvez, quando os da casa de Judá ouvirem falar de toda a calamidade que pretendo trazer contra eles, eles recuem do seu mau caminho, para que eu perdoe o seu erro e o seu pecado.” Hoje em dia, a mensagem que corresponde à que Jeremias foi mandado escrever num “rolo de livro” mostra ser igualmente impopular. Todavia, o teor da mensagem não tem por objetivo simplesmente irritar as pessoas, importuná-las e afligi-las com prognósticos de calamidade. Os cristãos que hoje correspondem ao profeta Jeremias não procuram tornar-se meramente um aborrecimento para os outros. Não, mas prestam um serviço público por avisar a todos sobre a iminente catástrofe mundial.

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JEREMIAS 38:20 diz: Mas Jeremias disse: “O senhor não será entregue a eles. Obedeça, por favor, à voz de Jeová, fazendo o que eu lhe digo, e o senhor ficará bem e continuará vivo. Esses profetas fiéis sentiam-se às vezes desanimados e perplexos. Mas nunca abandonaram seu procederperseverante em troca de um de queixas e resmungos contra Deus ou seus irmãos. Procuravam fiel e amorosamente ajudá-los. Por exemplo, Jeremias falou bondosamente e com preocupação com o Rei Zedequias, mesmo depois de Zedequias o ter entregue aos príncipes de Judá, para ser lançado numa cisterna. Visto que a vida de Zedequias, na ocasião, estava em grande perigo, Jeremias exortou: ―Obedece, por favor, à voz de Jeová naquilo que te falo e te irá bem, e tua alma continuará a viver

 

QUE OUTRAS JÓIAS ESPÍRITUAIS VOCÊ ENCONTROU NA LEITURA DA SEMANA?

 

Numa escavação na antiga Cidade de Davi, Jerusalém, arqueólogos descobriram um selo de argila, ou bula, de 2.600 anos com o nome de “Gedalias, filho de Pasur”. Gedalias é citado na Bíblia em JEREMIAS38:1, assim como Yehukhal — chamado “Jucal [forma abreviada de Jeucal (Yehukhal)], filho de Selemias” —, cujo nome foi encontrado numa bula na mesma área em 2005. Os dois eram autoridades da corte do Rei Zedequias. O jornal The Jerusalem Post relata: “Esta é a primeira vez nos anais da arqueologia de Israel que duas bulas de argila com dois nomes bíblicos que aparecem no mesmo versículo da Bíblia O foram desenterradas no mesmo local.”

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Jucal foi um dos príncipes que instaram a Zedequias: “Seja morto este homem [Jeremias], pois . . . ele enfraquece as mãos dos homens de guerra.” O perverso Jucal também estava entre os que lançaram Jeremias numa cisterna lamacenta, de onde o profeta mais tarde foi resgatado, conforme o relato de JEREMIAS 37:15 e JEREMIAS 38:4-6 Por ter obedecido a Jeová, Jeremias sobreviveu à destruição de Jerusalém, mas Jucal evidentemente morreu quando o sistema em que confiava foi destruído.

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Durante o cerco babilônio à capital de Judá, Jerusalém, o Rei Zedequias por duas vezes enviou mensageiros a Jeremias para tentar descobrir se Nabucodonosor se retiraria da cidade e também para pedir ao profeta que orasse por esse desfecho. Um dos emissários do rei era Jucal, também conhecido como Jeucal. A mensagem divina recebida por Jeremias foi que os babilônios, ou caldeus, destruiriam Jerusalém. Os moradores que permanecessem nela morreriam de fome, de pestilência ou pela espada. Mas quem saísse e se rendesse aos caldeus sobreviveria. As palavras de Jeremias enfureceram os príncipes de Judá, conforme o relato de JEREMIAS 37:3-10; 38:1-3.

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